Penteados para o final de ano

Ano passado foi publicado no Vistase alguns penteados para o final do ano. Este ano recebi muitos pedidos de penteados para cabelos longos. Vi algumas dicas aqui.
Coques são bem vindos independente da idade e do tipo de cabelo. O diferencial fica por conta dos detalhes. O hairstlylist Mauricio Cid aconselhou que pessoas que têm o cabelo crespo ou liso podem usar o baby liss para dar movimento aos cabelos.

coques

Veja o passo-a-passo de um penteado:

coques 2

As fotos e as informações foram retiradas do site, portanto são de autoria do mesmo.

por Mayah Gasparoto

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“Chriatividade” em produtos que fogem do padrão massificante

Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria

A marca blumenauense “Chria” nasceu há sete anos e comercializa desde objetos de decoração até objetos de uso pessoal com aroma de baunilha. A marca surgiu da necessidade que a arquiteta, artista plástica e idealizadora, Christiane Mundim Lindner, encontrava quando procurava objetos para decorar ambientes. “Chria” é a junção do nome de Christiane com a palavra “criar”. Christiane comentou que o seu interesse pelas artes plásticas veio antes da faculdade de arquitetura.
A facilidade em criar e trabalhar com pintura foram os motivos que fizeram com que ela criasse uma coleção de gravuras. “Eu fiquei durante 6 meses trabalhando com gravuras, deixei toda a arte pronta e fiz molduras para vender os quadros pela Chria. Foi nesse momento que a Chria nasceu, dessa vontade de ter esses quadros com essas gravuras diferenciadas para os projetos de arquitetura”. Ela contou que no início, seu interesse era vender esse quadros para lojas de decoração do Brasil inteiro. A marca passou praticamente 3 anos parada, mas com a retomada outros produtos foram surgindo.
O cheiro de baunilha, a exclusividade das peças e as embalagens pintadas a mão são aguns “cuidados” que Christiane tem em relação aos seus consumidores. “Hoje em dia tem muita massificação, e as pessoas estão cansadas de serem tratadas por número, código. A gente vê muita coisa igual sempre, e a gente quer ser diferenciado”.
Os produtos da Chria são confeccionados a partir da técnica “hand made art”, um trabalho artesanal feito a mão. “Além de ser feito a mão, tem muita arte agregada ao valor dos nossos produtos”. Christiane é a responsável pela elaboração das peças. De acordo com ela, planejar uma peça da Chria e uma obra arquitetônica exigem praticamente os mesmos cuidados. “Analisando a essência, é muito parecida uma coisa com a outra porque na arquitetura se trabalha para uma pessoa e na Chria a gente também trabalha para uma pessoa, só que são objetivos diferentes. A arquitetura trabalha com um espaço onde o homem vai viver e a Chria trabalha com um utilitário que a pessoa vai usar para deixar mais prático o seu dia-a-dia, seja uma bolsa ou uma xícara. Quando eu faço um projeto arquitetônico eu busco materiais sustentáveis e com as bolsas também é assim”, comparou.
Os objetos já são vendidos para vários estados brasileiros e há dois anos estreou a loja estrangeira, em inglês. Os produtos comercializados são diferentes na loja brasileira e na gringa. O perfil do consumidor, de acordo com Christiane é composto por pessoas que sabem valorizar a arte e o trabalho manual. “Eu digo que o produto da Chria é um produto acessível mas não é barato porque passa por um processo de elaboração, criação e acabamento final feito a mão, as bolsas são únicas”.
Questionada sobre a inspiração para as peças, Christiane respondeu que está criando durante o dia todo. “Eu gosto muito de observar as pessoas,.eu acho que o que mais me motiva a criar é essa observação constante das pessoas, na rua, no ponto de ônibus, o jeito que elas falam, o que elas pensam, o que está acontecendo em outros países”, explicou.
Para conhecer melhor a marca acesse http://www.chria.com.br.

por Mayah Gasparoto

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Roupas para evangélicos conquistam espaço nas confecções

De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado noano 2000, a quantidade de evangélicos no Brasil aumentou nos últimos anos e corresponde ao segundo maior porcentual de fiéis no País. Algumas denominações estabelecem normas de vestimenta para seus seguidores e isso acaba se transformando em um nicho de mercado muito interessante para as confecções.
A estilista Maiara Folle trabalha em uma confecção onde são produzidas roupas destinadas ao público evangélico. A marca, que existe há aproximadamente 9 meses, surgiu da necessidade encontrada pelas vendedores na hora de escolher roupas mais comportadas. De acordo com a estilista, as saias e blusas mais compridas ganham um toque diferenciado. “Eu busco as tendências do mundo da moda e adapto a essas peças”, conta Maiara. “A gente utiliza acessórios como fivelas e strass.”
Maiara revela que a marca não passou por muitas dificuldades no começo devido ao público consumidor previamente conhecido. Uma pesquisa realizada no início com os representantes ajudou no trabalho e na criação do conceito da marca. “Houve um crescimento muito grande, no começo eram produzidas 400 peças, hoje são 3.000”, comemora.
De acordo com a estudante de moda Fernanda Tanaka, toda marca possui um público alvo e a segmentação do mercado pode ser um ponto positivo. “As marcas precisam vender e, para isso, têm que saber para quem estão vendendo a fim de desenvolver produtos de acordo com a vontade dessas pessoas”, explica. “A segmentação aumenta as vendas e produz um público fiel.”
A relação entre moda e religião foi tema de pesquisa da professora Loide Caetano, do Cesumar. Ela contou que a ideia da pesquisa surgiu do fato que, em algumas denominações cristãs, as mulheres vestem-se de forma diferenciada. As igrejas Pentecostais, a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã do Brasil foram o alvo da pesquisa. Segundo a professora, algumas religiões não permitem decotes e roupas curtas. “Eu quis fazer um trabalho para descobrir qual a relação entre a religião ou da própria espiritualidade da pessoa com a moda”, revela. Partindo desse tema, Loide descobriu que a indumentária faz parte da doutrina da igreja da qual essas mulheres pertencem. “Isso talvez não esteja nem escrito no papel, mas se ela não se comporta dessa forma, ela não tem aquele sentindo de pertencimento ao grupo”, conclui.

por Mayah Gasparoto

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Qualquer semelhança é mera coincidência?

Eu estava vendo catálogo da nova coleção da Gabriela e levei um susto. A capa do catálogo é muito parecida com a capa da última Vogue Footwear, de julho. De quem será que foi a inspiração?

Capa Vogue Footwear julho 2009 Catálogo Gabriela

http://www.gabriela.com.br

http://www.voguebrasil.com.br/site

por Mayah Gasparoto

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Moda e Cultura são complementares, segundo Jum Nakao

09_cul_jumcgFoto: Zuba Ortiz 

Jum Nakao é um dos mais importantes nomes da moda brasileira. Lembrado principalmente pela coleção “A costura do Invisivel”, apresentada em 2004 na Semana de Moda de São Paulo, SPFW onde no final dos desfiles as modelos rasgavam as roupas de papel.
Durante sua passagem por Maringá, na semana passada, conversei com Jum Nakao. Confira as melhores partes:

Mayara: A coleção “A costura do Invisível” causou bastante comentários. Quando fala em Jum Nakao a maior parte das pessoas lembra dessa coleção de papel. Essa reação já era esperada?
Jum Nakao: Não, a gente não fez nada pensando que iria virar o que virou. Eu acho que se você faz as coisas pensando na reação das pessoas não faz o que tem que ser feito.  Às vezes aquilo que é dito não é o que as pessoas querem ouvir.
M: Você vê a moda sob essa perspectiva do conteúdo. Você acha que a moda pode ser um agente de transformação?

J: Com certeza. A moda não é só roupa, tecido. A moda é aquilo que você ouve, lê, os filmes que você assiste. Isso vai fazer com que você tenha uma opinião. A partir do momento que você tem essas informações, você começa a se vestir espelhando sua resposta para o mundo. Quem não tem conteúdo é como se vestisse um corpo vazio de idéias. Então eu acho que primeiro, é importante que as pessoas pensem por esse aspecto antes de pensarem em vestir uma marca. Por que eu vou vestir uma marca se não faço diferença alguma e se não tenho o que dizer, nenhuma opinião, nenhuma absorção do mundo.

M: Você chegou a cursar engenharia, o que fez você mudar para o mundo da moda?
J: Quando eu pensei em tecnologia foi como um suporte. Eu queria usar a tecnologia para se expressar para as pessoas. Hoje em qualquer lugar que você vá, qualquer exposição de arte, bienal, você vê essa tecnologia muito presente, como uma interface, uma forma de expressão, uma forma de criar novas relações de percepção com o mundo. Mas há 20 anos, quando eu comecei a pensar em usar a tecnologia era como se eu estivesse falando em ficção científica nas escolas. Os professores não queriam, não tinham esse foco de pensar em multimeios, linguagem. A idéia deles era formar pessoas para trabalhar numa linha de produção. Foi nesse momento que eu procurei outra forma de interagir e de agir, por isso fui para moda.

M: Como você vê a moda hoje? Quando você começou as coisa eram um pouco diferentes de hoje, não eram?
J: Eu estou há 25 anos batalhando para que as coisas aconteçam. Nos anos 80 eu me encontrei com Walter Rodrigues e outros estilistas com a idéia de criar um pensamento criativo, ter uma outra cena acontecendo. Só que era muito cedo, tive que esperar dez anos. Em 1996 participei do Phytoervas Fashion e percebi que era o momento de fazer a diferença. Depois de 10 anos eu acho que eu consegui mudar muito pouco porque no nosso país falta muita educação e falta muita cultura. Faltam muitos valores na nossa cultura, precisamos encontrar nossas singularidades, nossas individualidades. Nossa cultura ainda não tem uma autovalorização, um autorreconhecimento. Quando você fala num processo de identificação, você busca o espelhamento. A identidade está muito ligada a você buscar uma cópia. Eu acho que é um processo para que você realmente descubra a individualidade, a partir do momento em que você se olha no espelho e gosta de quem você é. Isso ainda não aconteceu com o Brasil. Eu estou desde 2004 batalhando para que essas mudanças aconteçam.

Quer ouvir a entrevista na íntegra? Escute aqui.

por Mayah Gasparoto

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Projetos Sociais farão parte da Semana de Moda

Projeto de Reaproveitamento de Tecidos 

Além da programação com cursos e oficinas, uma exposição mostrará o trabalho de duas equipes que produzem artesanato, uma de reaproveitamento de tecidos e outra de bordadeiras. As equipes são formadas através de 2 projetos de uma parceria entre o IDR (Instituto para o Desenvolvimento Regional) e a Fundação Araucária. Estudantes de moda do Cesumar e 2 professoras dão aulas 2 vezes por semana desde o começo deste ano. Os cursos acontecem na sede da APMI (Associação de Proteção à Maternidade e à Infância) e as alunas são mulheres que têm entre 20 e 50 anos. O objetivo dos 2 projetos é capacitar essas mulheres de baixa renda e criar oportunidades para elas no mercado de trabalho.
Com as oficinas aplicadas no projeto “Cooperativa de Reaproveitamento de Tecidos”, as alunas desenvolvem a criatividade e o trabalho em equipe, por meio de atividades práticas, com retalhos das confecções.
A “Cooperativa de Bordados” é baseada em atividades que realçam o diferencial dos produtos personalizados, daqueles feitos em escala industrial. O projeto busca a capacitação nas várias formas de bordar.
Para Sandra Franchini, coordenadora do projeto de Reaproveitamento de Tecidos e responsável pela Semana de Moda do Cesumar, dar condições de visibilidade ao trabalho dessas mulheres faz parte do projeto. “O foco do projeto é a geração de renda, mas não é possível fazer isso sem que essas pessoas tenham a vivência do dia-a-dia. A Semana de Moda é uma oportunidade para que elas exponham esses trabalhos”.
Uma das palestras programadas para o evento tratará do assunto Sustentabilidade. Segundo Sandra o tema tem muita ligação com o projeto de Reaproveitamento de Tecidos. “Nós buscamos retalhos nas fábricas, eles são reaproveitados e viram renda para essas famílias”.

por Mayah Gasparoto

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Semana de Moda do Cesumar tem programação variada

 Semana de Moda do Cesumar

Começou ontem e segue até sexta-feira, a 2ª edição da Semana de Moda do Cesumar (Centro Universitário de Maringá). Estão programadas oficinas de maquiagem, de modelagem e de desenho técnico. O momento mais esperado pelos alunos é a palestra do estilista Jum Nakao, sobre a coleção de roupas de papel que apresentou há alguns anos na semana de moda de São Paulo, SPFW. Além disso, os alunos poderão participar do “desafio”, uma espécie de gincana onde deverão resolver um problema durante a semana. O evento é mais voltado aos alunos de moda da Instituição, mas pessoas de outros cursos e universidades também podem participar. A coordenadora do curso, Sandra Franchini, conta que as inscrições para as oficinas e para o desafio já foram encerradas, mas que ainda há vagas para as palestras porque o auditório é grande. A coordenadora comentou que muitos alunos sonham em conhecer o estilista Jum Nakao. “Foi bem complicado acertar a agenda para que ele estivesse aqui, mas ele foi muito acessível e nos atendeu muito bem. É um momento em que os alunos terão para estar próximos dessa pessoa que é um ícone na nossa área”. Para Sandra, essa aproximação dos alunos com um profissional da moda é muito válida porque mesmo Maringá sendo um pólo de moda, fica um pouco afastada dos grandes centros da moda. “É importante porque essas pessoas conseguem passar as experiências de vida pelo qual muitas vezes nossos alunos desconhecem. Essa semana de moda é uma oportunidade de trazer essa realidade para perto dos alunos”, comentou.

por Mayah Gasparoto

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