São Paulo entra no circuito de evento internacional

A editora da Vogue americana, Anna Wintour e o chairman da Conde Nast International, Jonathan Newhouse estão organizando um grande evento de moda para o dia 10 de setembro. O Fashion´s Night Out, tem como objetivo driblar a crise econômica e incentivar o consumo fashion. O evento acontecerá em 13 cidades, sendo que uma delas será São Paulo, no Shopping Iguatemi, Market Place e na Daslu.
Durante o evento terá pocket-shows, desfiles e sorteios. A Hering será a responsável pela venda das camisetas oficiais, uma parte do valor arrecadado será revertida para ações sociais.
Algumas marcas já estão confirmadas no evento. Entre elas estão: Alexandre Herchcovitch, Cori, Diesel, Dior, Osklen, Ricardo Almeida, Lacoste, Louis Vuitton, NK, Maria Bonita e Rosa Chá.

Fonte: http://mdedivitiis.blog.uol.com.br

por Mayah Gasparoto

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Pedaços de tecidos que se transformam

Peças de patchwork

Você já ouviu falar em patchwork? A palavra talvez não seja tão conhecida, mas a técnica provavelmente sim. É aquela usada nas “colchas de retalhos da vovó”. Pequenos pedaços de tecidos são encaixados e transformados em peças artesanais.
Andressa Matsuda, estudante de moda, conheceu a técnica do patchwork há aproximadamente 2 anos, quando passou em frente a uma loja que vendia os produtos e também oferecia o curso. “Eu fiz o curso durante 3 meses, parei por causa da faculdade, mas nunca deixei de fazer. Uma hora ou outra eu parava e recomeçava”, afirmou. Andressa disse que o gosto pela costura foi um ponto que ajudou no aprendizado.
Hoje em dia, com a preocupação ambiental em alta, as bolsas do tipo sacola, que substituem as de plástico em feiras e supermercados, são bastante procuradas. “As trabalhadas com detalhes em patchwork são uma boa opção. Podem ser consideradas um acessório e não apenas uma bolsa de feira”, opina Andressa.
De acordo com a estudante de Moda, essa preocupação já estava presente na origem da técnica, no antigo Egito. As mulheres faziam colchas aproveitando retalhos de tecidos. Depois disso, o método se expandiu para outros lugares como Estados Unidos e Europa. Hoje em dia é bastante conhecido em vários países. Além de roupas e acessórios, o patchwork pode ser usado na decoração, como em cortinas, toalhas de mesa e guardanapos.
A estilista Paula Piva Linke associa a valorização das peças de patchwork à exclusividade dos trabalhos manuais. “Ele é usado tanto em acessórios quanto nas roupas como uma forma de customização. Você adquire um produto que faz referência ao seu estilo, porque é de certa forma, exclusivo”, comenta.
Para a estilista, é possível misturar uma peça de patchwork com uma social ou acessórios, variando de acordo com o estilo pessoal. “Se ela estiver com um visual mais despojado pode usar uma blusa com detalhe em patchwork, uma bolsa ou uma calça trabalhada”. A estilista contou que a técnica pode ser feita por qualquer pessoa e usada inclusive como fonte de renda.

por Mayah Gasparoto

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Vendas na Internet ajudam pessoas que fazem seu próprio negócio

Thaís produz em casa os produtos que são comercializados na Internet

O comércio pela Internet está cada dia mais comum. Além disso, é uma boa oportunidade para fazer divulgação de produtos, como nos casos em que as pessoas produzem seus próprios materiais. A maioria dessas pessoas é atraída pela Internet por causa da não exigência de um capital financeiro, o que ocorre em uma loja em ambiente físico.
Thais Arrias Weiller produz acessórios femininos para colocar no cabelo e disponibiliza os materiais na rede virtual. No site próprio, (www.beyla.tk) que pode ser visualizado em português ou inglês, estão dispostas informações sobre os produtos, sobre a empresa e o link para contato.
Segundo Thais, o perfil de seus compradores ainda não está muito bem definido e esse foi um dos fatores que além do lado financeiro, a fez montar a loja virtual. “Eu achei que a Internet seria o melhor meio de encontrar esse público que eu ainda não sei quem é, porque ela me permite essa facilidade de oferecer os produtos aos mais diversos públicos ao mesmo tempo”, afirma.
A “Picnic de Elefante” é outro exemplo de marca que possui apenas loja virtual. Isabela Seghese, proprietária da marca que produz roupas, bolsas e acessórios, também vê a Internet como um meio de divulgar a marca. “Eu vejo a Internet não somente como um veículo de vendas, mas também como de publicidade e facilidade de comunicação. Com ela posso divulgar a marca para todo o mundo”.

PS: A foto foi retirada do site www.beyla.tk

por Mayah Gasparoto

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Fase regional do Miss Itália Brasil acontecerá em Maringá

O concurso que escolhe a Miss Itália Brasil, fase regional, acontecerá amanhã, 2, em Maringá, no Teatro Calil Haddad, a partir das 20h. O evento que visa a integração mundial da comunidade italiana tem a participação de descendentes de italiano de até o 5º grau. Entre as 20 candidatas do Paraná, estão as maringaenses Jennifer Piccinato, Maria Lívia Matheus Rossi, Marília Gabriela Johansen e Renata Correia Gonzaga. Nessa fase estadual, elas concorrerão a uma das três vagas para a etapa nacional. A campeã brasileira vai para a Itália em junho, disputar o título de Miss Italia nel Mondo, com candidatas de outros países.
A entrada para o evento de amanha é um litro de leite longa vida. Mais informações sobre o evento http://www.missitaliabrasil.com.br.

por Mayah Gasparoto

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