Arquivo para Outubro, 2008

Brechó Virtual Futuro do Pretérito

A compra em brechós está ficando mais comum e requisitada por consumidores que gostam de se vestir de uma maneira diferente e exclusiva. Essa busca por originalidade está deixando esses locais com um status diferente se comparado a anos anteriores. Isso pode ser percebido no aumento dos preços dessas peças.
Em Maringá, além dos brechós espalhados pela cidade, existem alguns que funcionam apenas virtualmente, um desses casos é o Futuro do Pretérito. O brechó virtual foi inaugurado no dia primeiro de setembro desse ano e logo no primeiro dia totalizou 1200 visitas. A iniciativa é de duas estudantes de moda e freqüentadoras assíduas de brechós, Bruna Anadão e Carla Maria de Souza. A venda é feita pela internet, e as informações mais sigilosas, como o número da conta para depósito são trocadas por email.

brechó Futuro do Pretérito Bruna e Carla, proprietárias do brechó virtual Futuro do Pretérito

Um brechó instalado em espaço físico tem a vantagem de a pessoa provar e ver se realmente dá certo. Mas uma das proprietárias do brechó virtual, Carla Maria de Souza, afirma que nunca teve problemas com roupas que não deram certo. “A gente especifica bem o tamanho da peça e coloca as fotos especificando o produto”.
As pessoas que compram em brechó comumente buscam a exclusividade. Bruna Anadão explica que as pessoas que buscam produtos em brechós, fazem isso porque gostam de ter peças únicas. “Não dá para escolher cor nem tamanho, tem que ser aquela peça”, afirma.
As duas proprietárias do brechó virtual, Futuro do Pretérito comentam que no momento as blusas de calor têm mais saída, mas as de inverno também são bastante procuradas. “Geralmente é difícil achar uma blusa de frio que está legal, em bom estado, então quando você acha é ‘a blusa’”, afirma Bruna.
Para conhecer o brechó virtual clique aqui.

por Mayah Gasparoto

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Declarado o Richard Nixon de Watchmen

Num artigo sobre Watchmen, o site ReezlChannel conta quem viverá o ex-presidente Richard Nixon no tão esperado filme.

A escolha foi nada mais nada menos que Jon Voight, pai de Angelina Jolie.

Por Thalita Coelho

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Fim de Watchmen e Ensaio sobre a Cegueira.

Hoje quero comentar sobre duas coisas bem diferentes. Primeiro, sobre o filme de  Watchmen, que já começa a gerar polêmica entre os fãs, pois o final do longa não condiz com o escrito por Alan Moore (que deve estar em casa com suas roupas excêntricas, amaldiçoando quem trocou o fim perfeito da graphic novel), parece que Kevin Smith disse, em resposta à um dos representantes do Omelete que o fim não deturpa a história original, e que faz sentido dentro do contexto. Quer saber o quê mudou e perder toda a graça de assistir o filme e ler a  HQ? (como eu, só que já li, então, só estraguei o fim do filme) Passe o mouse e confira a diferença polêmica: No gibi um monstro criado por engenharia genética é teletransportado ao centro de Manhattan, matando grande parte da população. No filme, o monstro será substituído por várias bombas que simulam os poderes do Dr. Manhattan, que explodirão nas principais cidades do planeta(aqui acaba o spoiler).

Então, eu não sei ainda se vou gostar desse tal final, admito que odeio qualquer tipo de modificação drástica em adaptações, mas prefiro analisar o conjunto, ou seja, o filme inteiro, e não apenas o fim.

A outra coisa da qual gostaria de falar, é sobre o livro Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, mais especificamente sobre o que ele causou em mim (e em todos que o leram) e mostrar pra vocês o efeito que a adaptação causou no próprio Saramago.

Enquanto lia o livro, tinha durante quase todo o tempo uma emoção muito intensa, que me fazia ter vontade de chorar por diversas vezes (e eu não costumo fazer isso), esse romance passa uma humanidade demasiada (como diria Nietzsche), e com a epidemia de cegueira que cai sobre um país, desperta com violência o que há de pior no ser humano (e não o que há de pior em cegos, como afirma a Federação Nacional de Cegos norte-americana). Em dois momentos determinados do livro, tive que fechá-lo e me concentrar pra que não me debulhasse no choro, que nem criança pequena. Amo livros que conseguem despertar reações e emoções tão intensas em quem os lê, e por isso Ensaio sobre a Cegueira entrou para a lista dos livros prediletos. Sei que as lágrimas que eu tranquei ao ler o livro vão despencar quando assistir ao filme. (Que vem vindo! Novembro já está aí!)

Agora, eu não sou a única a me emocionar com a história, José Saramago, quando assistiu ao filme, teve sua reação filmada. Eu tive que me controlar de novo pra não chorar (eu sei, ando chorona). Mas chega de chorumelas, assistam ao vídeo e tirem suas conclusões.

por Thalita Coelho.

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Neil Gaiman sonha com filme de 1602

Depois de Louis Leterrier (O Incrível Hulk) ter tentado convencer a Marvel Studios de que a filmagem de 1602 seria maravilhosa, os boatos chegaram aos ouvidos de Neil Gaiman, autor da série de quadrinhos, que re-ambienta os heróis Marvel na época da Inquisição (tenho os quadrinhos e adoro a história), e ele declarou em entrevista à MTV: “Eu adoraria se alguém fizesse um filme de 1602. Eu adoraria me sentar na platéia, com meu balde de pipoca, e assistir a esse filme. É algo que me deixaria muito orgulhoso. Acho que é algo que fica mais e mais possível já que a Marvel está recuperando aos poucos todos os direitos de adaptação de seus personagens para o cinema. Há uns anos seria impossível sequer pensar em um filme desses, com Quarteto Fantástico aqui, Homem-Aranha ali e X-Men acolá”.

Ok, o problema é que os Direitos Autorais ainda estão aqui, ali e acolá. Uma pena que esse projeto tenha que esperar no mínimo uns 10 anos (sendo bem otimista).

por Thalita Coelho.

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