Archive for Outubro, 2007

Glamour concentrado

Logo após a quebra da bolsa de NY, o mundo transformou-se. Empregos eram escassos e a oferta/procura baixos. Nestes tempos difíceis, o intangível passou a ser ainda mais desejável. Peles, jóias, cetins, veludos, etc. Toda ostentação tornou-se lindíssima de novo.

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Os vestidos aumentaram de comprimento e evasé (leve godê), e drapeados, pregas, franzidos, nesgas e outros detalhes, tidos na década anterior como “desperdício de tecido” passou a ser lindo e altamente desejável. Peles passaram a ser absolutamente necessárias para mostrar o sucesso, tanto em trajes femininos quanto masculinos.

A mulher voltou a ser feminina e menos ativa, as costas tornaram-se um forte ponto erógeno. A sedução estava em alta, assim como a fluidez dos tecidos; Madeleine Vionnet fez grande sucesso com seus modelos de inspiração clássica. Mesmo sendo um periodo difícil, de reabilitação econômica, os trajes na década de 1930 eram os mais suntuosos possíveis. Foi um bom descanso, quase que preparando as pessoas pelo pior que estava por vir.

 

por Thais Arrias Weiller

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1914-1929 Modernismo e Liberdade

Durante e após a I Guerra Mundial, as mulheres gozaram de uma maior liberdade social, a qual é visível em seus trajes. O espartilho foi banido; com os homens nos campos de batalha elas tiveram de se mostrar muito mais presentes nas atividades diárias. Os ajustados vestidos de saias rodadas deram lugar a formas retas e não tão próximas do corpo.

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Aqui surge uma forte figura feminina que passa a influenciar a toda a moda a partir de então; Coco Chanel. Inspirada pela arte e arquitetura da época (a escola de Bauhaus estava com tudo), Coco abre primeiramente uma loja de chapéus, em seguida, sua própria maison. Sua peças eram simples, mas com acabamento impecável e poucos, mas essenciais, detalhes.

 

A saia sobre um pouco, o suficiente para causar um furor entre os tradicionais, e os cortes são de cabelos curtos. A mulher passa a freqüentar mais espaços públicos, como as barbearias, que passam a ser cabeleireiros. Este estilo dura até aproximadamente o fim da década de 1920, quando a quebra da bolsa de valores de Nova York causa drásticas mudanças em todo mundo.

por Thais Arrias Weiller

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Bündchen e Moss trocando de lugar

Deu no Glamurama, mas como é boa, temos de repetir!

Gisele foi convidada por Donatella para fazer a nova campanha da Versace, que na última coleção foi feita por Kate. Mas Kate já foi confirmada para fazer a nova campanha da Yves Saint Laurent, enquanto Gisele fez a última. As duas dizem considerar isto normal, regras do mercado e continuam se falando.

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por Thais Arrias Weiller

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Vestido em Belle Époque

É impossível não reparar como os vestidos estão com tudo! Não houve quem não apostasse na tendência e para este verão, deu em quase todos os desfiles, toda sorte de vestidos. Por isto, a partir de hoje, irei postar diariamente algumas sugestões de compra destes itens embasados na história da moda. Interessante? Pode apostar! Hoje vou falar um pouco sobre o período de 1900-1914, conhecido como Belle Époque na França.

Metros e metros de tecido eram utilizados na confecção de um único vestido nesta época

Espatilhos forçavam a famosa silhueta em S

Esta foi uma boa época para o mundo, como o próprio nome sugere, quando houve poucas guerras e os confortos que a revolução industrial possibilitara se tornaram mais visíveis em todos os níveis sociais. No vestuário, esta opulência foi mostrada em forma de rendas e babados em abundância. A mulher em voga tinha um perfil de matrona, com seios fartos, cintura fina e quadril avantajado, e os espartilhos projetavam o corpo em formato de S.

Lembrando que aqui os valores burgueses ainda estavam com tudo e a mulher era o bibelot através do qual o marido mostrava sua posição social; quanto mais bem adornada estivesse, mais rica era a família. Por isto, jóias, penas, pedras, babados, rendas, pregas, franzidos, pérolas, voltas e voltas de colares… ufa! Uma infinidade de ostentações!

Com um padrão tão bem definido, é normal que houvesse transgressores. Foi o caso de Paul Poiret, mas isto vai ficar para o final de semana!

por Thais Arrias Weiller

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Não consigo ler as bandas na propaganda do Tim Festival!

 

Saudações! Fiquei pensando em que escrever nessa semana para a parte musical. Pensei primeiramente no novo trabalho dos cabeças de rádio, mas decidi por adiar um post sobre. Então pensei no single do Efterklang, mas também acabei por deixar para depois, visto que, essa semana minha mente musical só consegue matutar sobre o show da Björk no Tim Festival de Curitiba da quarta-feira, dia 31 deste mês.

Quando saiu a programação de atrações deste Tim, fiquei muito animado com os shows de Anthony and The Johnsons e da Feist, além de obviamente o da Björk, mas destes, apenas o último vem à Curitiba. Consolo meu que a Feist está doente e cancelou as apresentações, então se eu não vejo ninguém mais vê! Mentira, para cobri-la em São Paulo e no Rio de Janeiro chamaram nada menos que a Cat Power (inveja) e para Vitória vai o Anthony (inveja).

Falando de quarta-feira. Hot Chip, banda estranha pacas alternativa de eletrônica meio que new rave só que mais calminha porque mistura elementos de neo-folk e pitadas de jazz, que está super em alta nos mp4 Foston da juventude por aí a fora com bandas como o Yelle, o duo alemão Digitalism, além do Simiam Mobile Disco e as coleções hypes da gravadora francesa Kitsuné. Depois a musa. Não tem como, ou gosta ou detesta! É oito ou oitenta! Se desta é pelo fato de ela usar roupas estranhas em clipes estranhos com gritos estranhos e instrumentos estranhos vinda de um país estranho, e se gosta é exatamente pelos mesmos motivos! Turnê do novo disco “Volta” lançado neste ano de 2007, vi um setlist de um show dela no Coachella desde ano e do novo álbum somente as “Timbalandianas” mesmo, “Earth Intruders” e “Innocense”. Em seguida é a vez do Arctic Monkeys… boring, boring, boring! Vou aproveitar essa hora pra sentar e descansar um pouco, ou quem sabe tomar uma aguinha. Por último os matadores… sim! Eles ainda existem! Eles foram o “boom” em 2004 com o seu “Hot Fuss” e a música chiclete (que eu detesto) “Somebody Told Me”. Todo mundo achava lindo, eles eram lindos, dançavam muito bem, eram a salvação do “róquenrou” críticos tinham um quadro do vocalista na parede e rezavam para ele voltados à Meca. Passou. Sumiram. Apenas quem realmente gostava ficou sabendo do “Sam’s Town”, disco menos legal que o primeiro, na minha humilde e indigna opinião, mas olhem! Clipe dirigido por Tim Burton na faixa “Bones”.

Enfim, me desejem sorte! Semana que vem eu falo sobre Radiohead e mais algumas estranhezas.

por sid

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Que comece a voltação!

A Vogue.com já começou a votação para a melhor vestida do ano. Os votos poderem ser feitos pela intenet desde que você já esteja registrada no site. Entre as indicadas… Surepresa! A estilista Miuccia Prada? Acho estranho que estilistas façam parte da disputa. Como que els deveriam ser os primeiros a andar bem vestidos, por suposto já são elegantes e o premio deveria ficar para alguém que não vive de fazer roupas mas sabe utiliza-las… Sei lá, sou contra.

por Thais Arrias Weiller

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Jaqueta com GPS

Jaqueta com GPS

 

Uma jaqueta um tanto quanto diferente foi lançada pela marca britânica Bladerunner: ela vem equipada com um aparelho GPS (o rastreador é colocado dentro do casaco).

Através da Internet é possível, quase que com exatidão, localizar a pessoa. Mas o sistema de segurança não para por aí. A jaqueta conta com um “botão de pânico” que é responsável por enviar um alerta a celulares de pessoas vinculadas a pessoa.

Os fabricantes estão bastante esperançosos em relação ao sucesso da nova jaqueta por ser um excelente instrumento de segurança.

O problema é o preço: a jaqueta custa em média R$ 920. Além desse valor, é cobrado cerca de R$ 295 para o forro em keylar e mais R$ 37 para o rastreamento via satélite. 

por Mayah Gasparoto

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