Archive for Janeiro, 2008

Paris Hilton põe a mão na massa!

A vida de luxos e despesas desnecessárias da patricinha, que parecia arranjada eternamente devido a fortuna bilhonária dos genitores, corre riscos! Há algumas semanas, seu pai afirmou à imprensa que deixaria quase toda sua fortuna à entidades de ajuda aos mais necessitados. Desde então, ela parece cada vez mais empenhada a deslanchar na carreira de starlet/modelo/atriz/garota propaganda. Esta propaganda da Fila mostra este esforço; antes dela, alguém já havia visto a mocinha com roupas esportivas?

por Thais Arrias Weiller

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Marc Jacobs contra o câncer de pele

David Beckham veio ao Brasil para o lançamento de um Centro de Treinamento em Natal, no Rio Grande do Norte, e apareceu com uma camiseta estampada com a foto de sua esposa, Victoria Beckham.

David Beckham

A camiseta faz parte da campanha de prevenção ao câncer de pele, realizada por Marc Jacobs. Ao lado da imagem da integrante das Spice Girls, aparece a frase “Protect the skin you´re in”, que traduzida para o português seria algo do tipo “Proteja a pela que está em você”. A campanha busca alertar as pessoas em relação aos riscos do câncer de pele, um tipo de câncer bastante comum.
Além de Victoria, outras pessoas posaram por essa causa, como Hilary Swank, Julianne Moore, Christy Turlington, Naomi Campbell, Dita von Teese, Winona Ryder e Selma Blair.
As camisetas custam aproximadamente US$ 35 e podem ser encontradas das lojas do estilista.

 Victoria Beckham Winona Ryder Dita von Teese

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por Mayah Gasparoto

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Victoria’s Secret versão Tupiniquim

  Apesar de não gostar da comparação, é mais ou menos isso que Eli Hadid Wahbe, dono da agência de modelos Mega Model, pretende fazer. Sem celebridades na plateia ou na passarela, o evento pretende descobrir novos talentos nas cidades e redondezas por onde vai passar. Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Salvador, Recife, Fortaleza, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo irão sediar os shows, que custarão de entrada R$20,00, R$10,00 para estudantes.

As roupas são criações de roupa íntima feitas por estilistas famosos, como Tuffi Duek, e o casting das modelos será feito em agências da localidade, buscando, segundo Eli, um padrão distinto do usual de sua agência, composto por “meninas magrelas e branquelas”. Não sei não, mas levando em consideranção as vencedoras dos últimos TicTac MegaModels, cuja promoção foi da Mega e a escolha das vencedoras, aparentemente, foi feita quase que exclusivamente por Eli, não consigo imagina-lo escolhendo alguém não semi-desnutrido.

Finalistas do Tic Tac Mega Models 2006

por Thais Arrias Weiller

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A dúvida que mata…

Há anos o problema de cópia no mundo da moda assola o Brasil. Porém, de uns anos para cá, o problema vem diminuindo, apesar de continuar presente. Mas, alegrem-se, pessoas! Aparentemente, até estilistas ovacionados mundialmente comentem deslizes criativos as vezes… Olhe esta intriga levantada pelo site Fashionista; na direita, um look de Gareth Pught, revelação inglesa; na esquerda, bolsa de Stella McCartney. Coincidência? Boa pergunta.

Cópia?

 

por Thais Arrias Weiller

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A Bússola de Ouro: Livro x Filme

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 O livro

 A Bússola de Ouro é o primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman. Eu li, e sinceramente é literatura pra adolescentes (de preferência os que não costumam ler muito). O título original da obra é Northern Lights, o que faz muito mais sentido depois que se lê o livro, sem falar que A Bússola de Ouro foi no mínimo um jogo de marketing, porque nem ao menos o que eles denominam bússola, se chama assim: o nome é aletiômetro.

A chatinha Lyra Belacqua, uma menina moleca que vive numa das maiores Univerdades de Oxford, a Jordan, é a protagonista do livro. No mundo em que Lyra vive, que é praticamente igual ao nosso, existem os dimons (no original “daemons”), uma espécie de representação da alma da pessoa, em forma animal. Ou seja: cada pessoa tem um dimon, que é quase sempre do sexo oposto, que sente o que a pessoa sente e vice-versa. Na infância, os dimons podem trocar sua forma, e só tomam uma forma fixa na idade adulta.

O livro faz críticas muito claras sobre a igreja Católica, e Pullman tem uma habilidade extraordinária pra descrever alimentos e seus odores. O mais divertido desse primero volume, são os pansebjornes, os ursos de armadura, principalmente o renegado Iorek Byrnison, que é frio e adora uma cachacinha. Confesso que essa história de dimon no começo me pareceu tão digimon (o nome do dimon de Lyra é Pantalaimon!), mas depois fui me acostumando, tanto que minha personagem favorita é de longe Pan, o dimon de Lyra, que não é chato e folgado como ela. Lyra é espertinha demais pro meu gosto, uma criança que sabe que farinha de trigo explode é muito nerd do meu ponto de vista e Lyra não é uma criança estudiosa, bem pelo contrário. Achei o livro chatinho, acho que Pullman esqueceu que a personagem era uma criança, esperta sim, mas uma criança. Acho que ele deveria escrever cardápio de restaurante, ia ser bem mais interessante.

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Kidman e Blue-Richards em cena: difícil saber quem é pior

O filme

Se o livro é chatinho, o filme não vale nem pelos ótimos efeitos especiais. Indo direto ao ponto: eles distorceram toda a idéia do livro, trocaram fatos de ordem, fizeram um final diferente e bem mais feliz e tiraram toda a “realidade” que o filme poderia ter, como por exemplo o sangue (mas isso eu entendo, deve ser pela censura). A única parte que me animou muito foi uma luta entre dois ursos de armadura, porque afinal de contas era puro efeito especial. Conseguiram fazer o filme parecer bonitinho, deixaram até Lorde Asriel, o suposto tio de Lyra, parecer bonzinho, o que definitivamente ele não é.

E Dakota Blue-Richards? Me desculpem, mas ela conseguiu deixar a chatinha Lyra, insuportável, tanto que eu até me lembrei de Veruca Salt, a rica mimadinha d’A Fantástica Fábrica de Chocolate de Tim Burton. Outra coisa que me revolta nas adaptações de filmes, é quando não são fiéis quanto a aparência de uma personagem, como com Marisa Coulter, a vilã de cabelos negros, linda, amável, simpática e cruel. No filme foi interpretada por Nicole Kidman, atriz de quem gosto muito, mas pelo amor de Deus, que raios de Senhora Coulter é essa? Cadê o cabelo negro? Cadê a amabilidade? Eu só consegui enxergar falsidade na interpretação de Kidman. Mas se você quiser assistir porque gosta de efeitos especiais, vá em frente. Como adaptação de um livro, o filme não presta, mas se você não vai ler mesmo, talvez até goste. Boa sorte, esse filme com certeza eu não colocaria na minha coleção, não compro nem por R$ 1,99.

por Thalita Coelho

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Um dia sem assunto

            Algumas novidadezinhas não muito importantes mais que são dignas de nota, já que faltam assuntos. A primeira delas, que é interessante, é a atitude do Super Furry Animals de deixar os fãs escolherem o setlist da turnê, bem legal esta interatividade com a galera. Além disso, a Scarlett Johansson vai gravar um álbum com dez covers de Tom Waits.

            A Rolling Stone escolheu as melhores músicas do ano passado divididas em nacional e internacional. Na primeira delas, a melhor é da Vanessa da Mata seguida pelo Paulinho da Viola e do Bonde do Role, mas a lista ainda conta com a Nação Zumbi, Orquestra Imperial, Vanguart e até mesmo do “Natiruts Reggae Power”. Nas gringas as primeiras são velhas conhecidas dos maravilhosos MP3s Foston da galerinha hype. Amy Winehouse (que foi para o “Rehab” enfim), LCD Soundsystem, a maldita Umbrella, a menos maldita D.A.N.C.E. do Justice, M.I.A, Feist e todas essas coisas descoladas.

            E se tu gosta (medo de ti) de Stone Temple Pilots, o Slash, guitarrista do Velvet Revolver e daqueles solinhos irritantes do Guns, disse que eles vão voltar. O mundo nunca será um lugar perfeito mesmo.

por Sid

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O Conde costureiro

Givenchy no ano em que abriu sua maison.Apesar de ser fruto da aristocracia francesa, o Conde Hubert James Taffin de Givenchy não repugnava o trabalho; pelo contrário, construiu sua reputação por meio dele. Nasceu em 1927 na província de Beauvais, na França, e teve de, logo cedo, lidar com a morte do pai. Foi, por isto, criado pelo avô, que era artista e perito em tapeçaria. Aos 17 anos, Givenchy sai de sua cidade com uma pasta cheia de desenhos e vai a Paris tentar a sorte. Lá, ele consegue um emprego com Jacques Fath* e, ao mesmo tempo, passa a estudar na École des Beaux-Arts em meio período.

Depois de Fath, Givenchy também trabalhou com Robert Piguet, Lucien Lelong e Elsa Schiaparelli. Em 1952, ele já se considerava apto para ter sua própria maison e assim o fez, abrindo-a no número 8 da rue Alfred de Vigny, perto do Parc Monceau. Entretanto, apesar de capaz profissionalmente, o Conde não usufruía de dinheiro suficiente para lançar sua coleção com os tecidos e adornos sofisticados que a alta costura pede. De maneira ousada (levando em consideração a sociedade da época que valorizava o luxo acima de tudo) e confiando absolutamente em seus modelos, Givenchy lançou sua coleção em sua nova sede com todos os modelos confeccionados apenas em algodão de camisaria. Leia o resto deste artigo »

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