And the Oscar goes to…

Hoje é dia de música, mas nessa semana eu vou dar uma invertida básica. Breves comentários sobre a cerimônia da Academia de ontem. Foi bonita. O palco era bonito, o Jon Stewart estava bem mais engraçado que o Chris Rock ou o Steve Martin, as homenagens no meio dos blocos foram bem feitas, adorei a recaptulação de todos os 79 filmes que já haviam ganho a estatueta de “Melhor Filme” até o momento, e por ai vai.

Eu apostei esse ano em “There Will Be Blood”, devido ao excelente roteiro, fotografia e atuação do Daniel Day Lewis. A fotografia realmente não tinha como tirar dele! Levou com louvores. Helen Mirren surge em seu lindo vestido vermelho para anunciar o melhor ator: Daniel Day Lewis, por “There Will Be Blood”. Ele sobe e faz uma reverência a “rainha”, bem legal e tudo mais. O roteiro ficou para a ex-stripper que escreveu a porcaria do Juno, o figurino ficou com Elizabeth, uau, que novidade. Um filme de corte leva melhor figurino! Cansou, né? Vamos premiar coisas novas também? Senão um filme de corte sempre vai levar essa estatueta.

Martin Scorsese e seu óculos de aro preto, que já deve fazer parte da face dele, aliás, quando o virmos sem, parece que faltará um pedaço dela, ou simplesmente não o reconheceremos, adentra no palco com a estatueta de melhor diretor, apresenta os indicados, e entrega para a dupla que dirigiu “No Country For Old Men”. Até ai me deu um lampejo de felicidade, porque o melhor diretor nunca dirige o melhor filme, para a academia. Bem como foi o Ang Lee e o “Crash – No limite” aquele ano, lembram? A melhor atriz foi a francesa que fez “La Vie en Rose”, o filme da Edith Piaf.

Enfim, depois de Scorsese, entra Denzel Washington com o envelope de “Melhor Filme”. Os indicados todos já conhecem e tudo mais. “No Country For Old Man”. O filme é ruim? Não. Mas “There Will Be Blood” é muito melhor! Filmes atuais são horríveis e não te trazem nada! Não tenho prazer de ir ao cinema para assistir filmes como “Ultimato Bourne”, que levou vários prêmios técnicos ontem ou qualquer coisa assim! E quando surge um filme capaz de emocionar como no tempo em que filmes visavam passar alguma mensagem, não é valorizado. Isso só faz a indústria querer fabricar mais filmes profundos como um pires e me fazer assistir mais ainda aos clássicos ou europeus. Enfim, “No Country For Old Man”, o melhor filme americano do ano.

Último detalhe: Melhor Filme Estrangeiro, entregue pela Penelope Cruz, foi o polonês, que falava sobre o escândalo da falsificação de dinheiro.

por Sid.

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