Archive for Desfiles

Semana de Moda de Maringá movimenta economia

As tendências de inverno estão sendo apresentadas no maior evento de moda da cidade, Maringá Moda Mix. O evento que começou ontem, 8, e vai até quinta-feira, 12, pretende atrair 50 mil visitantes. Como nos anos anteriores, a semana contou com personagens conhecidos do grande público, este ano Bruno Gagliasso e Paulo Zulu participaram do desfile de abertura. O Maringá Moda Mix é o momento de lançamento dos seis shoppings atacadistas da cidade: Avenida Fashion, MaringáVest, Feira Vest Mercosul, Portal da Moda, Vest Sul e Maringá Shopping de Calçados. O objetivo do lançamento simultâneo é facilitar o acesso dos lojistas às confecções. Segundo informações do SindVest, o setor confeccionista de Maringá é responsável por uma parte significativa da economia da cidade. Quatro milhões de peças são produzidas mensalmente, o que gera 70 mil empregos direta e indiretamente e resulta em aproximadamente R$ 250 milhões por ano.

por Mayah Gasparoto

Comments (2) »

HellBoy e o fim da história.

Del Toro quer matar HellBoy nos cinemas, mas o criador da HQ, Mike Mignola, não parece concordar com a decisão, pelo menos não agora. O diretor das duas adaptações de HellBoy para o cinema, quer filmar o terceiro filme em 2013 ou 2015, e disse que será o fim do personagem, isso à MTV. Eis o que Mignola disse, à mesma emissora: “O problema é que Del Toro me disse que o terceiro seria o fim de Hellboy. E aí temos um grande conflito. Minha versão de Hellboy nos quadrinhos é uma história finita, mas ainda vai levar 15 anos para chegar ao fim. Se ele fizer Hellboy III e for a morte de Hellboy, eu fico escrevendo a HQ e dizendo ‘calma, que eu não acabei ainda. Nós não passamos muito tempo discutindo como seria a versão dele da história, e eu mesmo não passo muito tempo pensando nisso”. Mignola parece bem estressado. Deve ter notado que seu personagem fugiu de controle.

HellBoy II chega no Brasil em 5 de setembro.

por Thalita Coelho

Leave a comment »

Valentino

O último da safra de Haute Couture e, também, um dos mais esperados. A primeira coleção de Alta Costura da marca Valentino sem a direção criativa do estilista que a empresta o nome. Fica claro, na coleçao, a existência de suas “linhas” de estilo diversas. Uma procura dar mais valor à estrutura e o uso de tecidos mais rígidos, como a Balenciaga anda fazendo, e outra usa tecidos mais leves em uma clara inspiração da década de 1970 (a qual, segundo Valentino, era a que mais odiava em todo o período da moda). Houven o uso de muitos bordados ou tecidos brocados e as cores foram o preto, bege, creme e branco tradicionais da manson, o Vermelho Valentino (deixado para o final, claro) e alguns chapiscados azuis.

Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino

por Thais Arrias Weiller

Leave a comment »

Givenchy e Gaultier

Mais um pouco da semana de Haute Couture.

O desfile de Givenchy lembrou em parte o de Saab, principalmente por que ficou claro em ambas coleções o uso da moulage, técnica de modelagem francesa que cria a roupa por meio de um manequim, e não apenas por moldes de papel. Os tecidos foram drapeados, formando quase que cascatas. De fato, a diferença estava aí; enquanto Saab procurou dar algo de estrutural e rígido as suas montagens, na coleção da Givenchy a escolha de tecdos fluídos deu bem mais movimento e informalidade aos trajes. Alias, estas peças lembram em muito as feita por Junya Watanabe no Inverno do pret-a-porte… não? Contrastanto com a fluidez destes trajes, houve peças mais rígidas, semelhantes à ternos, mas estas tiveram menos destaque.

Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy Givenchy

Ao utilizar cores fortes e saturadas na mesma palheta (mas dificilmente na mesma peça) que cores muito conservadoras, tal qual o preto, creme e marrom, Jean Paul Gaultier deve ter se visto em um impasse; fazer uma coleção mais tradicional e não causar muito impacto pela escolha cromática, ou apostar em shapes pouco ortodoxos em conjunto a estruturas descontruidas de crinolina (“saiote” com armação de arame que as mulheres utilizavam por baixo das saias no final do século XIX). Preciso falar que a preferida foi a segunda opção? Some isto às peles, junção de cores opostas e saturadas, tricôs imensos, rendas, bordados, penas… Ok, já fizeram uma imagem…

Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier Jean Paul Gaultier

por Thais Arrias Weiller

Leave a comment »

Mais da Alta Costura

Uma mistura insana entre folk, maneirismo e clasissismo foi a aposta de Christian Lacroix. Desde seu inicio, o designer é conhecido pela extravagância e alegoria de seus trajes, o que não deixou nada a desejar nesta coleção. A silhueta é próxima à cintura e, geralmente, com volume acima e abaixo a da mesma.

Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix Christian Lacroix 16 Christian Lacroix 17

O libanês Elie Saab apostos no trabalho por meio do draping do tecido para se chegar a uma moulage mais sofisticada. O resultado é uma coleção de vestidos super luxuosos cujo tecido foi trabalhado e re trabalhado em voltas, dobras, pregas, etc… Quase como esculturas ou obras arquitetônicas.

Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab Elie Saab

por Thais Arrias Weiller

Comments (1) »

Chanel Haute Couture

Consegui mais fotos da semana de Alta costura. Vou posta-las aos poucos, conforme vou comentando-as. = )

Diferentemente de Galliano, que imprime seu estilo próprio sobre o da marca, Karl Lagerfeld consegue fazer uma simbiose desde de assumiu a direção criativa da Chanel. Embora alguma coleções pendam mais para seu estilo sombrio, a grande maioria delas estão mais para o conceito Chanel de estilo. Para o Inverno 2009, Lagerfeld usou formas próximas ao corpo com constantes contrastes de volumes de aparência rígida. Importante ressaltar que estes volumes são bem diferentes dos que vimos até ano passado nas passarelas, compostos de tecidos fluidos e passando por toda a peça! Lagerfeld dá amplitude apenas a algumas partes especificas da peça, como mandas ou ombreiras ou quadril, e sempre em contraste com a maioria da peça, que é próxima (mas não colada!) ao corpo. Mademoiselle Coco ficaria orgulhosa.

Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel Chanel

por Thais Arrias Weiller

Comments (1) »

Balanço Haute Couture inerno 2009

Os lançamentos do Couture parisienses começaram no domingo passado (29) e foram até ontem (30). Infelizmente, não consegui fotos de todos os defiles, mas vou postando conforme consigo, ok? Cá estão as melhores dos quatro desfiles que consegui e um pequeno comentário a respeito. Só lembrando; como já dissemos, algun designer novos lançam suas coleçoes simultaneamente com a alta costura para aproveitar a cobertura da mídia.

John Galliano tentou se aproximar mais dos valores estéticos propostos por Christian Dior na coleção da marca, porém me pareceu uma aproximação meio esteriotipada. O designer francês pregava sim o luxo e a extravagância por meio de cinturas finissimas e exesso de tecidos, mas esta era a opulência na década de 1950; a forma de tratar isto hoje poderia ter um conceito mais sofisticado. De qualquer forma, as peças estão muito bonitas.

Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior Christian Dior

Giorgio Armani Privê, o nome da marca de Armani na Couture, aparentemente, optou pela desconstrução de sua peça mais famosa desde a década de 1980: o terno. Por isto, fraques, blazers e muito preto, branco, cinzas e nudes foram utilizados. Até os vestidos de gala mimetizam, em seus decotes ou talhes, o corte de um bom terno.

Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive Giorgio Armani Prive

As peças do desfile de Anne Valerie Hash foram marcadamente inspiradas na década de 1960 mas com uma aparencia bem moderna. Lembram um pouco a Balenciaga de agora, mas com trajes de uma rígidez menos estática e sem marcação na cintura. Houve, também, alguns trajes mias fluídos, mas eram minorias. As cores eram ou preto, ou prata ou tons claros e não houve presença significativa de estampas.

Anne Valerie Hash Anne Valerie Hash Anne Valerie Hash Anne Valerie Has Anne Valerie Hash Anne Valerie Hash

Alexis Mabille também utilizou o terno marculino como base de algumas de suas criações, mas não de maneira tão forte quanto Armani. A cintura também não foi marcada a os tons foram ou claros ou preto. O que foi utilizado de interessante foram os tecidos transparentes em detalhes, como se o forro da roupa tivesse parado do lado de fora.

Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille Alexis Mabille

por Thais Arrias Weiller

Comments (1) »