Archive for Ecologia

Projetos Sociais farão parte da Semana de Moda

Projeto de Reaproveitamento de Tecidos 

Além da programação com cursos e oficinas, uma exposição mostrará o trabalho de duas equipes que produzem artesanato, uma de reaproveitamento de tecidos e outra de bordadeiras. As equipes são formadas através de 2 projetos de uma parceria entre o IDR (Instituto para o Desenvolvimento Regional) e a Fundação Araucária. Estudantes de moda do Cesumar e 2 professoras dão aulas 2 vezes por semana desde o começo deste ano. Os cursos acontecem na sede da APMI (Associação de Proteção à Maternidade e à Infância) e as alunas são mulheres que têm entre 20 e 50 anos. O objetivo dos 2 projetos é capacitar essas mulheres de baixa renda e criar oportunidades para elas no mercado de trabalho.
Com as oficinas aplicadas no projeto “Cooperativa de Reaproveitamento de Tecidos”, as alunas desenvolvem a criatividade e o trabalho em equipe, por meio de atividades práticas, com retalhos das confecções.
A “Cooperativa de Bordados” é baseada em atividades que realçam o diferencial dos produtos personalizados, daqueles feitos em escala industrial. O projeto busca a capacitação nas várias formas de bordar.
Para Sandra Franchini, coordenadora do projeto de Reaproveitamento de Tecidos e responsável pela Semana de Moda do Cesumar, dar condições de visibilidade ao trabalho dessas mulheres faz parte do projeto. “O foco do projeto é a geração de renda, mas não é possível fazer isso sem que essas pessoas tenham a vivência do dia-a-dia. A Semana de Moda é uma oportunidade para que elas exponham esses trabalhos”.
Uma das palestras programadas para o evento tratará do assunto Sustentabilidade. Segundo Sandra o tema tem muita ligação com o projeto de Reaproveitamento de Tecidos. “Nós buscamos retalhos nas fábricas, eles são reaproveitados e viram renda para essas famílias”.

por Mayah Gasparoto

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De Maringá para o Brasil

Os supermercados e o comércio paranaense terão que substituir as sacolas plásticas pelas sacolas oxi-biodegradáveis. Os empresários tiveram um prazo de dois anos dado pelo Ministério Público do Paraná, mas esse prazo acabou. O interessante é que a iniciativa é da Fundação maringaense – FunVerde. As sacolas abaixo são alguns modelos das sacolas retornáveis produzidas pela FunVerde e que são vendidas pelo país inteiro. Mais informações podem ser obtidas no site http://funverde.wordpress.com.

Sacola Retornável FunVerde  Sacola Retornável FunVerde  Sacola Retornável FunVerde

por Mayah Gasparoto

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Reader vai matar os livros?

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Será que o Reader vai matar os livros?

Quando o aparelho foi lançado em 2006,pela Sony, ninguém apostava fichas no sucesso, mas de lá pra cá, as vendas cresceram e ao que parece, muita gente está substituindo o papel pelos ebooks.

O Sony Reader tem o tamanho de um livro, mas com 1cm de espessura, a tela é ótima pra leitura, obviamente não tão branca como a página de um livro, mas mesmo assim o contraste fundo e letras é bom. O texto na tela pode ser lido de qualquer ângulo, e os formatois suportados são PDF e documentos do Word, mas ao que parece o Reader não lida bem com o PDF por não poder dar zoom, e daí fica complicado. Além de formatos para ebooks, o Reader serve como mp3.O grande motivo da onda Reader agora em 2008, provavelmente foi, além de questões práticas, a vantagem ambiental de não se utilizar papel, com o grande surto Ambientalista e Sustentável,talvez o Reader ganhe devotos. O preço inicial foi de US$ 350, vendido no site da Sony.

: )

Para mais detalhes, clique aqui

por Thalita Coelho.rukofeliz.jpg

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Bolsas para compras

A moda ecologicamente correta está cada vez mais aparecendo nas roupas e nos acessórios. Aqui no Paraná existe uma lei relacionada às sacolas plásticas utilizadas nos supermercados. De acordo com essa lei, as sacolas plásticas precisam ser substituídas por sacolas oxibiodegradaveis pelo fato de que se decompõem em alguns meses. Outra saída são as sacolas de pano, por isso fiz uma lista com algumas bolsas que fazem parte dessa moda eco-friendly. Além de bonitas e úteis, o meio ambiente agradece o uso delas.

I’m not a plastic bag Gooc FunVerde Patachou Isabela Capeto Fitá Mara Mac Thais Gusmao

por Mayah Gasparoto

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Stella McCartney pelos oceanos

Junto com a equipe do Notify Jeans, Stella McCartney está lançando uma exclusiva linha de jeans para o verão 2008 cujos fundos serão revertidos para caridade. Há dois principais shapes; o skinny e a alfaitaria masculinizada de cintura alta, e há quatro opções de cor. O dinheiro será repassado a Marine Connection, uma ONG com base em Londres que busca proteger baleias, golfinhos e os oceanos do mundo.

Stella não para nunca; faltam dois meses para o nascimento de seu segundo filho, acabou de lançar a coleção de verão de sua marca e ainda es expandindo sua colaboração com a Adidas…

por Thais Arrias Weiller

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A palmeira e o Elefante

Quem diria que a solução para os elefantes mortos na África sairia da América do sul? Ou, Marfim e Mortemais especificamente, da floresta amazônica.

Todo ano, milhares de elefantes são mortos para movimentar um mercado de milhões de dólares; o do marfim. Anualmente, a Bostuana exporta 20m³, a Namíbia 10 toneladas e a África do Sul 30 toneladas; tudo isto legalmente.

Levando-se em consideração que o peso médio de uma presa gira em torno dos 90kg, e que cada elefante tem duas, são necessários mais de 200 elefantes para se chegar a esta quantia.

Segundo tratados internacionais, os únicos elefantes próprios para retiradas do marfim são os que morreram de forma natural ou que foram mortos por representarem perigo eminente aos seres humanos. Mas 200 é um número um pouco grande para mortes naturais, não? Principalmente para um animal que pode, tranquilamente, passar dos 70 anos de idade.

A palmeira Hyphaene Phytelephas

 

O fruto

Corte do fruto; as “bolinhas” são o marfim

Recentemente uma marca vem se destacando na reversão destes tristes fatos. A LeJu, que tem este nome devido a inicial dos nomes de seus criadores, oferece uma alternativa menos sangrenta; marfim feito dos frutos de uma palmeira amazônica chamada Hyphaene Phytelephas.

Para se extrair o marfim da Phytelephas, retira-se semente que está dentro do fruto (como mostra a foto acima). A cor e a aparência lustrosa, que são extremamente semelhantes ao marfim animal, são naturais na semente, mas o marfim vegetal, além de não causar matanças desnecessárias, é extraído de forma sustentável da floresta. E como a resistência vem da secagem natural, quando mais antiga for a semente, maior sua resistência e valor.

Semente bruta

Semente seca

Sementes secas que passaram por um processo de tingimento

Cada uma das peças com a etiqueta da Leju é feita a mão pela designer Holandesa Lenny Trines, que, junto com seu parceiro Colombiano Juan Munoz, garante que cada peça seja 100% artesanal e sustentável. As cores fortes e formas rústicas são a etiqueta inconfundível da LeJu. As cores são conseguidas com extratos e óleos de plantas coloridas, com os quais eles fazem o tingimento. Já as formas são o resultado de uma mistura entre cortes e repartições feitos antes da secagem, sementes inteiras e outros materiais provenientes da floresta.

Eles descobriram o Marfim Vegetal em 2004, em uma expedição à América do Sul. “Nos viajamos pelo Rio Amazonas através da Floresta Amazônica por oito semanas, parando em diferentes vilas para encontrar e conhecer as pessoas que as habitavam. Nos fizemos caminhadas na floresta com um guia que nos mostrou as diferentes plantas e arvores medicinais, plásticas e etc. Foi assim que fomos apresentados para a semente da palmeira, Tagua, ou Marfim Vegetal, e a outras sementes tropicais que eram naturalmente coloridas. Lenny ficou maravilhada pela possibilidade de fazer jóias com materiais vegetais e sustentáveis e sentiu uma maneira de juntas a Amazônia com sua compulsão por design e criação de jóias.”, disse Juan.

Colar da Leju

por Thais Arrias Weiller

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