Archive for História

Neil Gaiman sonha com filme de 1602

Depois de Louis Leterrier (O Incrível Hulk) ter tentado convencer a Marvel Studios de que a filmagem de 1602 seria maravilhosa, os boatos chegaram aos ouvidos de Neil Gaiman, autor da série de quadrinhos, que re-ambienta os heróis Marvel na época da Inquisição (tenho os quadrinhos e adoro a história), e ele declarou em entrevista à MTV: “Eu adoraria se alguém fizesse um filme de 1602. Eu adoraria me sentar na platéia, com meu balde de pipoca, e assistir a esse filme. É algo que me deixaria muito orgulhoso. Acho que é algo que fica mais e mais possível já que a Marvel está recuperando aos poucos todos os direitos de adaptação de seus personagens para o cinema. Há uns anos seria impossível sequer pensar em um filme desses, com Quarteto Fantástico aqui, Homem-Aranha ali e X-Men acolá”.

Ok, o problema é que os Direitos Autorais ainda estão aqui, ali e acolá. Uma pena que esse projeto tenha que esperar no mínimo uns 10 anos (sendo bem otimista).

por Thalita Coelho.

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Historia a um click

O Metropolitan Museum of Art (mais conhecido pelas iniciais, Met) além de um dos melhores museus de arte do mundo (contendo coleções incríveis desde arte japonesa e chinesa até de utencilhos ocidentais medievais), também é conhecido internacionalemnte por seu incrivel acervo de peças de vestuario. Felizmente, agora não é preciso estar em Manhattan para poder apreciar seu acervo de peças da indumentária, já que mais 31mil peças estão disponíveis no site da seção do museu responsavel por elas, o Costume Institute.

O site ainda não possui uma interfase gráfica muito amigavel, e o melhor método de surfar no arquivo é por meio da busca. Digite o nome de algum designer que goste ou de alguma peça do vestuario para poder passear entre as imagens.

O vestido ao lado, por exemplo, é de autoria da Madame Lucile, uma designer inglesa do começo do século XX. É atribuído a ela a invenção dos primeiros desfiles, os quais, na época, se pareciam muito com shows.

por Thais Arrias Weiller

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Guilhermo Del Toro fala sobre O Hobbit

Numa palestra da New Yorker, na Associação dos Diretores dos Estados Unidos, Guilhermo Del Toro falou sobre O Hobbit. Contou que durante a manhã está escrevendo o roteiro, e à tarde, assiste documentários que acredita, irão influenciar no filme: “Por exemplo, tenho visto muitos documentários da Primeira Guerra Mundial. Parece estranho, mas acho que O Hobbit é um livro nascido das experiências da geração de Tolkien com a guerra, os campos de batalha e a decepção de ver o colapso de valores. Peter Jackson entende isso e tem verdadeira obsessão pelo período, ele coleciona aviões, tanques, canhões… até navios! Ele tem reproduções de uniformes de época para cerca de 120 soldados… cada exército! Então perguntei a ele quais filmes assistir, porque não quero ficar vendo filmes antigos de fantasia. Preciso encontrar minha própria maneira de contar a história”.

Del Toro ainda falou sobre Smaug, o dragão/vilão do livro, e admitiu ter fascínio por ele: “É um símbolo poderoso e no contexto de O Hobbit ele é usado para lançar uma sombra sobre a narrativa toda. Essencialmente, Smaug representa muitas coisas… orgulho, ganância… ele é O Magnífico, afinal. É o design mais difícil do filme, temos que esgotar todas as possibilidades antes de fechar em uma opção”.

O Hobbit será gravado até 2012, espero que siga a linha das ótimas adaptações da Trilogia O Senhor dos Anéis.

Nota rápida: O que vocês acham disso? Eu acho altamente ignorante.

por Thalita Coelho.

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Trajes usados ganham vida nova

Junho de 2006, verão europeu; Françoise, a caminho da praia, resolve dar um up no visual e passa em um brechó para algumas compras. Dentre outras peças, encontra uma pantalona de cintura alta branca (que poderia, muito bem, ter pertencido a Brigitte Bardot), a qual não conseguiu parar de usar durante as férias. Agosto de 2006, lançamento do verão 2007 do prét-a-porte (roupas prontas para o uso) no hemisfério norte, a pantalona estoura em várias marcas como o formato de calça mais promissor para o verão do ano seguinte.

Apesar de tratar-se de uma ficção, a história acima narrada descreve o atual ciclo da moda; maior parte da população está em conformismo com o estilo vigente, algumas pessoas sugerem, conscientemente ou não, uma idéia nova, que é quase que automaticamente fisgada pelos pesquisadores de tendências, colocadas em malotes de estilo e vendidas aos conglomerados e/ou grandes varejistas de moda, por quem são lançadas como a última novidade da estação.

Comumente, a imprensa trata de noticiar estas ideias no lançamento das coleções em grandes eventos, dificilmente tratando de seu período de criação com estas pessoas, conhecido entre os teóricos de moda como inovadores. Um dos locais favoritos para pesquisa e compras destes ditos inovadores, segundo uma integrante da casta, Paula de Alcântara, 17, tendo em vista a variedade de estilos e a diferenciação do que geralmente é encontrado nas lojas.

“Não importa em quantas lojas você entre, todas vendem produtos com muito pouca diferenciação entre si. Na época que a saia godê voltou, todo lugar tinha, fosse em vestido, fosse em saia, mudando apenas o tecido, as cores e um ou outro detalhe. A verdade é que as confecções daqui costumam pegar informação em São Paulo e as de lá pegam na Europa ou nos EUA. Na verdade, todos acabam fazendo quase a mesma coisa” explica Paula, que ainda defende “Mesmo que amaior parte das pessoas procura pensar, agir e se vestir de forma o semelhante possível, não somos todos iguais. As roupas deviam demonstrar nossa individualidade, e não uma massifição coletiva, por isto prefiro comprar em brechós e fazer customizações em casa”.

Além da enorme gama de opções quanto ao estilo, Paula também prefere o brechó por questões financeiras, já que “dinheiro de estudante não dá para quase nada”, mas garante que apesar de ser, de fato, mais barato que roupas novas, a vantagem contábil não é tão grande “Em Maringá, os brechós parecem não saber bem o que fazem quanto aos preços; algumas roupas de material ruim, marcas desconhecidas e mal acabadas as vezes custam mais caro que roupas bem superiores! Uma vez, comprei um blazer da marca alemã Escada Couture com tecido 100% seda por metade do preço de um de polyester”.

Lucas, por outro lado, apesar de gostar, não efetivou ainda muitas compras; apenas três paletós. Porém, foram três compras estremamente racionais, já que levou em consideração “serem peças que queria há algum tempo, por serem de bons tecidos e por terem detalhes interessantes como botões bonitos”.

Bem, nesta minha looonga vida (algo mais que vinte anos), pude passar por muitos brechós. Alguns muito bons, outros nem tanto; mas de qualquer forma, tenho os endereços. Se são uteis a alguém, não sei, mas vou deixa-los aqui em baixo. = )

Brechós ótimos e que recomendo:

Passado Presente – Rua Augusta, São Paulo – (11) 3081-6253
Vó Judith – Rua do Carmo, São Paulo – (11) 3105-4753
Camarim – Rua Antonio de Macedo, São Paulo – (11) 5543-5304
Capricho à Toa – Rua Heitor Penteado, São Paulo – (11) 2137-5926
DeGriffée – Av. Ibirapuera, São Paulo – (11) 5083-4747
Minha Avó Tinha – Rua Dr.Franco da Rocha, São Paulo – (11) 3865-1759
Sinhá Moça – Av. Borges de Medeiros, Gramado, RS – (54) 3286-2762

Alguns não tão bons, mas em Maringá:

Garage Sale – Av. Neo Alves Martins; perto da Duque de Caixias, na direção da Av.Paraná – (44) 3031-6051
Brechic – Esquina da Rua Joubert de Carvalho com Piratininga – Perguntar o telefone do Garage Sale, visto que são da mesma dona e não consta na lista
Maristela Shimabukuro – Rua Martim Afonso Pena, 2776 – (44) 3031-5052
Brechó sem nome – Av. Tamandaré, 734 – (44) 3226-7192

Hoje, não é mais necessário ir à loja para realizar este tipo de compras; pode-se usar apenas a internet. Na segunda feira vou deixar os links de alguns que confio ou que tenham chamado minha atenção (embora alguns destes sejam de outros países e não entreguem aqui… =~)

por Thais Arrias Weiller

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300-de Esparta: HQ e Filme

300 me chamou a atenção, primeiro, porque era uma HQ de Frank Miller sendo adaptada pro cinema, e vendo o bom resultado de Sin City (fora a estúpida Nancy, interpretada por Jessica Alba, mas isso é coisa pra outro post), fiquei empolgada com o possível resultado, ainda mais que Frank Miller estava lá (de novo) pra tomar conta da sua obra. Depois o orgulho de um brasileiro trabalhando no filme, Rodrigo Santoro, mesmo que ele não tivesse sido a primeira opção pro papel, me entusiasmou ainda mais. Eu vi 300 duas vezes, no cinema. Vi mais 300 vezes (haha, entenderam o trocadilho? Tá bom, essa foi péssima) em casa, e comprei o DVD. Já deu pra notar que dessa vez eu não vou sair esculachando como eu faço com quase toda adaptação, né? Pelo menos não muito. : )

PS: Contém spoilers, amigos.

A HQ: Obra prima e todas aquelas coisas

Só recentemente tive a oportunidade de ler a HQ de 300, dei de presente de Dia dos Namorados (um presente meio duas caras, confesso) e já li. Posso dizer, que fiquei roendo as unhas pra saber se haviam na história original algumas cenas do filme, que pra mim eram muito legais, mas pouco prováveis de estarem na HQ.

Pois bem, eis minha opinião sobre a HQ: É linda, história ótima, Frank Miller sabe como fazer um personagem se tornar carismático, sem falar na esperteza de utilizar um fato histórico tão interessante, como a Batalha das Termópilas, que teve frases tão chocantes quanto qualquer outra inventada numa HQ, como por exemplo, a parte em que um persa diz que as flechas cobrirão o sol, e o espartano rebate: “Então nós lutaremos à sombra”. São essas e outras características que fazem do incidente algo altamente interessante, e Frank Miller tolo não é. Apesar de ter se aproveitado da História pra compor 300, é muito óbvio o nível de criatividade e fantasias no enredo, mas isso que se fod*, afinal de contas, existe licença poética. A HQ é linda, a história é ótima, os personagens são ótimos e Frank Miller, outra vez, me deixa babando.

Gorgo: faz falta na HQ

O Filme: Coisas novas, que não atrapalham.

Eu definitivamente não gosto de ver um filme baseado em HQ/livro e só depois ler a obra original, mas infelizmente foi isso que aconteceu com 300. Eu assisti ao filme, amei, revi, revi de novo, comprei o DVD e tenho até o cartaz do filme. E não me arrependi de nada disso, mesmo depois de ler a HQ. O filme de 300 mantém a essência da obra de Miller, e até adiciona coisas muito legais, sem que elas atrapalhem na história.

Foi super estranho ler 300, e não ver escrito “AHUL! AHUL! AHUL!”, sério, foi SUPER estranho. Mas beleza, eu entendo, não era lá uma coisa que Frank Miller deve ter pensado na hora de escrever: Ah! Vou criar um grito de guerra dos espartanos! Quem sabe fica bom num filme? É, não. Mas o grito de guerra foi o de menos, senti muita falta mesmo foi da Gorgo, a esposa do Leônidas, puxa, foi tão legal pra uma mulher (ainda mais extremamente feminista) ver uma espartana tão poderosa e fria como um soldado. A cena em que ela apunhala o traidor, e diz: “Isso não vai ser rápido, você não sentirá prazer. Eu não sou sua rainha” é altamente fod*, e confesso que fiquei decepcionadíssima em não ver Gorgo tão focada na HQ, mas isso eu tenho que reclamar com Frank Miller. (HAUHAUHAUH). Fora isso, eu digo pra vocês: a adaptação de 300 é muito fiel, tanto na história, como nas imagens, já que algumas cenas parecem que são do quadrinho (assim como em Sin City).

Eu falei, falei, falei, e não disse o que achei do Santoro como o vilão Xerxes. Muita gente xingou o pobre menino da hate list de LOST, mas eu, sinceramente, acho que ele interpretou o Xerxes perfeito: egocêntrico e gay.

Até que não fui tão mal, hein? Nem xinguei ninguém hoje. : )

PS: Vocês ficaram sabendo da intenção de se fazer uma continuação/prelúdio de 300, para o cinema? Minha opinião? Frank Miller, pelo amor de Deus, não…

por Thalita Coelho.

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Leões de Bagdá chega no Brasil

A HQ Leões de Bagdá (Pride of Baghdad) chegou ao Brasil essa semana. A HQ, de Brian K. Vaughan e Niko Henrichon, foi altamente paparicada pelos americanos, principalmente em 2006. A história narra a trágica fuga de quatro leões do Zoológico de Bagdá, durante a última invasão dos EUA no Iraque.

Para que a chegada de Leões de Bagdá fosse de grande estilo, a editora Panini resolveu fazer um site foda, cheio de extras, entrevistas e esboços das ilustrações dos quadrinhos. Lá no site está também a história verídica dos leões. 🙂

por Thalita Coelho.

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Revisão após uma semana

Uma semana após o choque, podemos, enfim, analisar o que realmente aconteceu sem exitações causadas pelo fervor do sangue. Pois bem, então vamos ver algumas das coisas o que mais chamaram a atenção nos desfiles de inverno 2009.

Embora pareça uma escolha obvia para o inverno, o preto apareceu muito pouco no ano passado, tendo perdido espaço para o cinza. Agora regressa com toda força!

Alexander McQueen Chloe Sophia Kokosalaki Moschino Cheap & Chic Limi Feu John Galliano Prada Yohju Yamamoto Balenciaga Viktor & Rolf Karl Lagerfeld 05 Givenchy Christian Lacroix Stella McCartney Giambattista Valli

Quanto a modelagem, há mais pontos que chamaram a atenção. dentre eles, o uso indiscrimidado de ombreiras, em uma clara referência às décadas de 1980 e 1930.

Rue du Mail Requiem Andrew GN Stella McCartney Undercover Kris Van Assche MaxMara Maxmara MaxMara Wunderkind Pringle os Scotland Alessandro Dell'Acqua Celine Iceberg Iceberg Pollini-Rifat Ozbek Etro Burberry Prorsum Yves Saint Laurent

Misturando um pouco de folk com geek com qualquer outra coisa, o odd faz uma mistura de vários estilos, cores e formas que, há algum tempo, não poderiam ser consideradas muito in. Apesar de parecer muito com o boho, houveram, também, algumas sugestões à um menor enrijecimento estético, o que permitiu o aparecimento de looks que aparentavam ter acabo de sai do manicômio e afastou o boho de Sienna Miller da cena.

Dries Van Noten Loewe Dries Van Noten Sonia Rykiel Dries Van Noten Dries Van Noten Sonia Rykiel Tao Sonia Rykiel Sonia Rykiel Chloe Sonia Rykiel Pollini-Rifat Ozbek Tao Vivienne Westwood Tao Gucci Gucci Yohju Yamamoto Derercuny Burberry Prorsum Moschino Pollini-Rifat Ozbek Gucci 02 Pollini-Rifat Ozbek AF Vandevorst Revillon Norwegian Tao

por Thais Arrias Weiller

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