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“Chriatividade” em produtos que fogem do padrão massificante

Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria     Acessórios Chria

A marca blumenauense “Chria” nasceu há sete anos e comercializa desde objetos de decoração até objetos de uso pessoal com aroma de baunilha. A marca surgiu da necessidade que a arquiteta, artista plástica e idealizadora, Christiane Mundim Lindner, encontrava quando procurava objetos para decorar ambientes. “Chria” é a junção do nome de Christiane com a palavra “criar”. Christiane comentou que o seu interesse pelas artes plásticas veio antes da faculdade de arquitetura.
A facilidade em criar e trabalhar com pintura foram os motivos que fizeram com que ela criasse uma coleção de gravuras. “Eu fiquei durante 6 meses trabalhando com gravuras, deixei toda a arte pronta e fiz molduras para vender os quadros pela Chria. Foi nesse momento que a Chria nasceu, dessa vontade de ter esses quadros com essas gravuras diferenciadas para os projetos de arquitetura”. Ela contou que no início, seu interesse era vender esse quadros para lojas de decoração do Brasil inteiro. A marca passou praticamente 3 anos parada, mas com a retomada outros produtos foram surgindo.
O cheiro de baunilha, a exclusividade das peças e as embalagens pintadas a mão são aguns “cuidados” que Christiane tem em relação aos seus consumidores. “Hoje em dia tem muita massificação, e as pessoas estão cansadas de serem tratadas por número, código. A gente vê muita coisa igual sempre, e a gente quer ser diferenciado”.
Os produtos da Chria são confeccionados a partir da técnica “hand made art”, um trabalho artesanal feito a mão. “Além de ser feito a mão, tem muita arte agregada ao valor dos nossos produtos”. Christiane é a responsável pela elaboração das peças. De acordo com ela, planejar uma peça da Chria e uma obra arquitetônica exigem praticamente os mesmos cuidados. “Analisando a essência, é muito parecida uma coisa com a outra porque na arquitetura se trabalha para uma pessoa e na Chria a gente também trabalha para uma pessoa, só que são objetivos diferentes. A arquitetura trabalha com um espaço onde o homem vai viver e a Chria trabalha com um utilitário que a pessoa vai usar para deixar mais prático o seu dia-a-dia, seja uma bolsa ou uma xícara. Quando eu faço um projeto arquitetônico eu busco materiais sustentáveis e com as bolsas também é assim”, comparou.
Os objetos já são vendidos para vários estados brasileiros e há dois anos estreou a loja estrangeira, em inglês. Os produtos comercializados são diferentes na loja brasileira e na gringa. O perfil do consumidor, de acordo com Christiane é composto por pessoas que sabem valorizar a arte e o trabalho manual. “Eu digo que o produto da Chria é um produto acessível mas não é barato porque passa por um processo de elaboração, criação e acabamento final feito a mão, as bolsas são únicas”.
Questionada sobre a inspiração para as peças, Christiane respondeu que está criando durante o dia todo. “Eu gosto muito de observar as pessoas,.eu acho que o que mais me motiva a criar é essa observação constante das pessoas, na rua, no ponto de ônibus, o jeito que elas falam, o que elas pensam, o que está acontecendo em outros países”, explicou.
Para conhecer melhor a marca acesse http://www.chria.com.br.

por Mayah Gasparoto

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Roupas para evangélicos conquistam espaço nas confecções

De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizado noano 2000, a quantidade de evangélicos no Brasil aumentou nos últimos anos e corresponde ao segundo maior porcentual de fiéis no País. Algumas denominações estabelecem normas de vestimenta para seus seguidores e isso acaba se transformando em um nicho de mercado muito interessante para as confecções.
A estilista Maiara Folle trabalha em uma confecção onde são produzidas roupas destinadas ao público evangélico. A marca, que existe há aproximadamente 9 meses, surgiu da necessidade encontrada pelas vendedores na hora de escolher roupas mais comportadas. De acordo com a estilista, as saias e blusas mais compridas ganham um toque diferenciado. “Eu busco as tendências do mundo da moda e adapto a essas peças”, conta Maiara. “A gente utiliza acessórios como fivelas e strass.”
Maiara revela que a marca não passou por muitas dificuldades no começo devido ao público consumidor previamente conhecido. Uma pesquisa realizada no início com os representantes ajudou no trabalho e na criação do conceito da marca. “Houve um crescimento muito grande, no começo eram produzidas 400 peças, hoje são 3.000”, comemora.
De acordo com a estudante de moda Fernanda Tanaka, toda marca possui um público alvo e a segmentação do mercado pode ser um ponto positivo. “As marcas precisam vender e, para isso, têm que saber para quem estão vendendo a fim de desenvolver produtos de acordo com a vontade dessas pessoas”, explica. “A segmentação aumenta as vendas e produz um público fiel.”
A relação entre moda e religião foi tema de pesquisa da professora Loide Caetano, do Cesumar. Ela contou que a ideia da pesquisa surgiu do fato que, em algumas denominações cristãs, as mulheres vestem-se de forma diferenciada. As igrejas Pentecostais, a Assembléia de Deus e a Congregação Cristã do Brasil foram o alvo da pesquisa. Segundo a professora, algumas religiões não permitem decotes e roupas curtas. “Eu quis fazer um trabalho para descobrir qual a relação entre a religião ou da própria espiritualidade da pessoa com a moda”, revela. Partindo desse tema, Loide descobriu que a indumentária faz parte da doutrina da igreja da qual essas mulheres pertencem. “Isso talvez não esteja nem escrito no papel, mas se ela não se comporta dessa forma, ela não tem aquele sentindo de pertencimento ao grupo”, conclui.

por Mayah Gasparoto

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Promoção Picnic de Elefante

A marca de roupas e acessórios, Picnic de Elefante, está fazendo uma promoção para os amigos. Os interessados em participar da promoção devem encaminhar uma foto com um amigo, ambos usando a marca, para o e-mail picnicdelefante@gmail.com. A promoção que começou ontem, 22, vai até 22 de agosto. Os sortudos ganharão 2 bolsas do Picnic de elefante.

picnici_de_elefante

por Mayah Gasparoto

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Barganha na Diesel!

Barganha da Diesel

Fans incondicionais da Diesel e sem muita verba , fiquem atentos! Por um dia, únicamente nesta sexta feira (10), a marca irá vender um modelo de suas calças por apenas R$300,00 . Tendo em vista que o preço comum dela é algo perto de U$240,00 (no Brasil, dificilmente a baixo dos R$1.000,00), não será estranho perguntar: estão loucos ou falindo? Não não, apenas o contrário. A marca está comemorando os 30 anos e, falando francamente, com uma estratégia até que um pouco convencional secomparada a outras peças de marketing da Diesel. Particularmente, meu exemplo favorito é de quando eles utilizaram, durante uma coleção inteira, uma dita famosa cantora do leste europeu como garota propagada e avisaram, nas vesperas do lançamento da coleção seguinte, que a cantora na verdade não existia e várias modelos e atrizes a representaram ao longo dos seis meses.

O modelo em questão é o Dirty Thirty (foto), um modelo novo mas que têm todas as caracteristicas tradicionais da marca italiana, como as lavagens, recortes e rasgos. A Oferta estará disponível tanto pela rede quanto em lojas da marca. No Brasil, a única que deve participar é a da Rua Haddock Lobo, nos Jardins.

Então resumindo; nesta sexta (10 de outubro), na Diesel dos Jardins calças por R$300,00. Mais detalhes da loja, a baixo.


Rua Haddock Lobo, 1573, Jardins
 (11) 3082-4937 / 3081-7500

por Thais Arrias Weiller

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Get chucked

A nova coleção (outono/inverno) da Converse criada por John Varvatos acaba de sair, tal como a publicidade da mesma. A campanha tem como estrela a modelo britânica Daisy Lowe e foi fatida no Florent, uma lanchonete ícone da noite novaiorquina. O slogan, get chucked, faz menção ao nome do modelo dos tenis, Chuck Taylor, aquele de cano intermediario, e já vem sendo usado há algum tempo. Tanto o slogan quanto a linha especial de John Varvatos são parte da comemoração do centenário da marca, que aconteceu este ano.

Converse Converse Converse Converse

Além destas fotos maravilhosas, nos USA está sendo vinculada esta propaganda com Julian Casablanca, N.E.R.D. e Santogold e produzido pelo Pharell.

por Thais Arrias Weiller

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Picnic de Elefante

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Você já ouviu falar em Picnic de Elefante? É muito possível que sim, afinal, a marca surgiu em 2005 e está crescendo a cada dia. Isabela Seghese, dona da marca, conta que o nome “Picnic de Elefante” foi uma idéia em conjunto com a irmã, Mariana Seguese. “Eu queria um nome que fosse fofo e remetesse à infância”, explica.
Foi Mariana quem deu a idéia de Isabela criar uma marca com as confecções que produzia. “Na época minha irmã estava se formando em publicidade e propaganda e ao ver minhas costuras e acessórios achou que seria legal começar a vender e criar uma marca”, conta Isabela.
As vendas são feitas pela Internet. Após os pagamentos feitos por depósitos, as encomendas são enviadas pelo Correio. Além do Paraná, a marca Picnic de Elefante é vendida para São Paulo, Santa Catarina e para a região Nordeste em geral. Os compradores são adolescentes e adultos. Pelo menos uma peça é vendida por dia.
Atualmente, além das bolsas e acessórios, a marca Picnic de Elefante está vendendo moletons. Isabela Seghese afirmou que sempre teve vontade de confeccionar e vender roupas. Ela conta quando teve início essa expansão na marca: “Quando comecei a tirar fotos das bolsas percebi que houve um grande interesse dos clientes pelas roupas que eu confeccionei para as fotos, assim achei que seria a hora certa para começar”.
Isabela recebe a ajuda de uma costureira para confeccionar os moletons, por causa do crescimento da marca. Mas as bolsas ela continua fazendo sozinha. As inspirações, segundo ela, vêm das “coisas fofas da vida” misturadas às tendências da moda.
As fotos da coleção de verão foram feitas por Rafael Saes, aqui em Maringá. Já as de inverno (que traz também os moletons), foram feitas por Rafael Almeida, em Curitiba (atual localidade de Isabela). O site da marca está sendo atualizado, mas as coleções podem ser conferidas no flickr http://www.flickr.com/photos/picnicdelefante.

por Mayah Gasparoto

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Valentino

O último da safra de Haute Couture e, também, um dos mais esperados. A primeira coleção de Alta Costura da marca Valentino sem a direção criativa do estilista que a empresta o nome. Fica claro, na coleçao, a existência de suas “linhas” de estilo diversas. Uma procura dar mais valor à estrutura e o uso de tecidos mais rígidos, como a Balenciaga anda fazendo, e outra usa tecidos mais leves em uma clara inspiração da década de 1970 (a qual, segundo Valentino, era a que mais odiava em todo o período da moda). Houven o uso de muitos bordados ou tecidos brocados e as cores foram o preto, bege, creme e branco tradicionais da manson, o Vermelho Valentino (deixado para o final, claro) e alguns chapiscados azuis.

Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino Valentino

por Thais Arrias Weiller

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