Archive for Revistas

Falando em Gisele…

A modelo é capa da GQ de julho. Como a revista britânica objetiva o público masculino, as fotos foram um pouco mais… digamos… ousadas do que estamos acostumados em ver a modelo. Além da capa, algumas das fotos do ensaio e uma entrevista com a modelo compões o material a respeito dela publicado. Na entrevista, nada de relevante; ela comenta a respeito de sua relação com Tom Brady, o motivo pelo qual saiu da Victoria’s Secret, etc.

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por Thais Arrias Weiller

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Schiffer polemiza em Vogue alemã

Claudia Schiffer

Apesar de ter passado um período um pouco recluso, o nome Claudia Schiffer nunca saiu de completa circulação. Diferente de outras membras do Dream Team de supermodelos do final dos anos 80 e começo dos 90, que como Naomi Campbell nunca pararam de aparecer em toda revista, Claudia, nos últimos 10 anos, se tornou bem seletiva quanto a que trabalhos iria fazer. Desta forma, seu nome esta sempre vinculado com extremo luxo e glamour. Por isto que a capa da Vogue Alemanha foi recebida com tanto espanto; Claudia, aos 37 anos, semi-nua? Aparentemente, por um editorial na revista com Mario Testino ela tira quase tudo!

por Thais Arrias Weiller

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Tempos Modernos

Já falamos da importância do preto neste inverno, e para mostrar que até os italianos estão firmes nesta idéia, cá está um editorial da Elle março de lá. Volumes e babados, que aparecem em demasia nas fotos, também são altamente indicados.

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por Thais Arrias Weiller

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A melhor escola do mundo: Meilahden Yläaste

 

Essa matéria foi retirada da Revista Veja (de quem não sou muito fã, mas achei o lance da escola super legal), como hoje começaram minhas aulas, resolvi colocar essa matéria aqui. : ) Bem interessante, e aponta claramente os defeitos da educação brasileira.

 

 

“Quem entra numa escola na Finlândia se espanta com a simplicidade das instalações. Era de esperar que o sistema educacional considerado o melhor do mundo surpreendesse também pela exuberância do equipamento didático. Na verdade, na escola Meilahden Yläaste, em Helsinque, igual a centenas de outras do país, as salas de aula são convencionais, com quadro-negro e, às vezes, um par de computadores. Apesar do despojamento, as escolas finlandesas lideram o ranking do Pisa, a mais abrangente avaliação internacional de educação, feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O último teste, em 2006, foi aplicado em 400.000 alunos de 57 países. O Brasil disputa as últimas posições com países como Tunísia e Indonésia. O segredo da boa educação finlandesa realmente não está na parafernália tecnológica, mas numa aposta nas duas bases de qualquer sistema educacional.

A primeira é o currículo amplo, que inclui o ensino de música, arte e pelo menos duas línguas estrangeiras. A segunda é a formação de professores. O título de mestrado é exigido até para os educadores do ensino básico. Dar ênfase à qualidade dos professores foi um dos primeiros passos da reforma educacional que o país implementou a partir dos anos 70, e é nesse quesito que a Finlândia mais tem a ensinar ao Brasil. Quarenta anos atrás, metade da população finlandesa vivia na zona rural. A economia era dependente das flutuações do preço da madeira, já que 55% das exportações vinham da indústria florestal. Além dos bosques que cobrem 75% do território, o país só tinha a oferecer sua mão-de-obra barata. Os finlandeses emigravam em massa para vizinhos ricos, como a Suécia, em busca de melhores condições de vida. Preocupados com amá qualidade das escolas públicas, os pais estavam transferindo os filhos para instituições privadas de ensino. Em alguns desses aspectos, a Finlândia se parecia com o Brasil. A reforma educacional colocou a qualificação dos professores a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufrui grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio).(…)”

Matéria por Thomaz Favaro.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

por Thalita Coelho.rukofeliz.jpg

O segundo passo da reforma, em 1985, foi descentralizar o sistema de ensino. Por esse conceito, o professor é o principal responsável pelo desempenho de seus alunos: é ele quem
avalia os estudantes, identifica os problemas, busca soluções e analisa os resultados. O Ministério da Educação dá apenas as linhas gerais do conteúdo a ser lecionado. “Isso só é possívelporque os professores recebem um treinamento prático específico para saber lidar com tanta independência”, disse a VEJA Hannele Niemi, vice-reitora da Universidade de Helsinque, que trabalha com a formação de professores há três décadas. O currículo escolar também é flexível, decidido em conjunto entre professores, administradores, pais e representantes dos alunos. A cada três anos, as metas da escola são negociadas com o Conselho Nacional de Educação, órgão responsável por aplicar as políticas do ministério. “Queremos que os professores e os diretores, que conhecem o dia-a-dia da escola, sejam responsáveis pela educação”, diz Reijo Laukkanen, um dos membros mais antigos do Conselho Nacional de Educação.

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Estampas, estampas, estampas…

Prometi, então cá está! Este editorial é da Vogue Itália, clicado por Steven Meison e sugere uma forte volta de padronagens; ao extremo. Recentemente, li uma matéria sobre isto, referenciando até Ugly Betty, lembrando que Betty está sempre com muitas estampas. Este tipo de composição dá uma sensação de proximidade, como se a pessoa que a usa está sempre aberta a nova idéias. Mas cuidado para não exagerar na dose! Estampas tem de ser combinadas quase que com precisão cirúrgica!

Outra coisa; detalhe para as maquiagens e cabelos, super-década-de-1950, auge da elegância, o que nos remete a previsão da volta da mesma. Bem… Estamos a postos, não?

Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália Editorial Vogue Itália

por Thais Arrias Weiller

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A nova Exuberância

Vogue Portugal

 

Apesar de ser um dos títulos menos conhecidos da Vogue, A Vogue Portugal merece congratulações por sua última capa. Como foi dito no porta Trendencias, “As revisyas de moda tem que arriscar, oferecer algo mais que editoriais na praia, buscar capas divertidas e sugestivas, muito além de colocar mais uma celebridade”. Assino em baixo, por isso, a partir de hoje, me comprometo a trazer editoriais/capas incomuns e de tirar o fôlego. Sexta, aproveitando a semana de moda de Milão, trago um de Steven Meisel para Vogue Itália, absolutamente surreal.

por Thais Arrias Weiller

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Mais uma de Kirsten Dunst…

Kirsten Dunst para Miu Miu

Sim, eu sei que estas fotos estão na net desde o dia 19, o que as torna tão velhas para um blog quanto minha vó para um concurso de beleza. O fato é que demorei este tempo tentando me decidir; amo ou odeio. Como ainda não cheguei a uma conclusão, lá vai…

As fotos foram tirdas em Novembro, em Los Angeles por Mert Alas e Marcus Piggott. A inspiração é algo como Alice no País dos Cabarets e há várias referências bem x mal, branco x preto, inocência x luxúria. A coleção a Miu Miu fez este jogo, lembrando sempre que a Miu Miu é a marca jovem da Prada, ambas com mesma estilista, Miuccia Prada, a qual é especialista e aficcionada em contrastes. Há várias divergência na imprensa especializada a respeito das propagandas a Miu Miu; as roupas sempre são elogiadas, mas por ser uma marca jovem, sempre são escolhidas celebridades “teen”, como Lidsay Lohan, o que faz alguns odiarem e outros amarem as campanhas.

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Particularmente, acho que a Kirsten Dunst é o tipo de atriz que sempre faz o mesmo tipo de papel por não ter a capacidade de interpretar, desta maneira sempre “atua” como pessoas que são parecidas com ela no cotidiano. Mas mesmo assim, acho ela muito bonita. Se pudesse dar-lhe uma dica, sugeriria que fosse modelo, não atriz.

por Thais Arrias Weiller

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