Archive for Sugestões de Looks

Penteados para o final de ano

Ano passado foi publicado no Vistase alguns penteados para o final do ano. Este ano recebi muitos pedidos de penteados para cabelos longos. Vi algumas dicas aqui.
Coques são bem vindos independente da idade e do tipo de cabelo. O diferencial fica por conta dos detalhes. O hairstlylist Mauricio Cid aconselhou que pessoas que têm o cabelo crespo ou liso podem usar o baby liss para dar movimento aos cabelos.

coques

Veja o passo-a-passo de um penteado:

coques 2

As fotos e as informações foram retiradas do site, portanto são de autoria do mesmo.

por Mayah Gasparoto

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China Blue

Estamos, há algum tempo, fazendo crítica indiretas ao modo de produção de alguns países asiáticos e africanos. Não creio que sejam infundadas, tendo em vista que, por exemplo, no Bangladesh, as empresas de confecção pagam mensalmente 800 taka (algo como U$11,84 dólares estadunidenses) aos seus funcionários, lembrando que lá (assim como em quase todos os países que utilizam deste esquema) o regime de carga horária pode passar tranqüilamente das 20 horas por dia.

Mas enfim, se você é um daqueles que não se convence apenas com os números ou se esta curioso a respeito desta situação, gostaria de sugerir o documentário China Blue. O filme mostra a rotina de uma fábrica de jeans chinesa que está exportanto para o ocidente. Para quem usa torrent, há o arquivo aqui. Para quem não usa; é como o kazaa e o emule, a diferença é que o programa que baixa não faz a busca de arquivos, apenas faz o download. Então, se precisa de um programa para o download, recomendo o µTorrent.

Se após assisti-lo, você se perguntar como pode-se dar um fim aquilo, eu te respondo que também gostaria de saber como. Mas lembre-se de não direcionar seu ódio totalmente à China; muitos outros países tem realidades idênticas, como a Índia, o Siri Lanka, a Turquia, etc. O que muitos, em especial em países desenvolvidos, estão fazendo é o boicote de produtos produzidos nestes lugares, uma forma de retalhação financeira que leve estas indústrias a se adequarem ao padrão mínimo de tratamento para os funcionários.

por Thais Arrias Weiller

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Brechós Virtuais

Como prometido, vamos falar de alguns brechós na internet, começando pelos tangíveis. Particularmente, eu compro brechó da Tatileine e nunca tive problemas. Como o dela, há varios outros brechós que usam a plataforma do Flickr para expor suas mercadorias; se visitar a seção de amigos dela, há varias opções de outros brechós.

No Compre Compre há muita variedade de itens, todos bem alinhados com o design atual. O problema é que nem tudo é, de fato, usado, por isso não sei bem para que usar o nome brechó. Ainda sim, há várias peças lindas.

No Era meu pode ser seu há várias opções, embora a maioria seja mais recente. No C’est Vintage ms preços são um pouco acima da média, mas os itens são mais diversificados e há MUITAS escolhas em óculos de sol.

Para quem é tamanho P ou menor, o Filet pra quem é Mignon tem muitas opções em peças usadas (não vintage!) de marcas grande aqui do Brasil. Também com peças de marcas brasileiros e só trabalhando com itens novos e semi-novos tem o Mercado das Pechinchas, que trabalha com um preço alto por itens Premium.

O moda to go é o brechó brasileiro com mais cara de loja. Há itens de todo tipo, com todo preço e de toda espécie, mas a maioria são itens usados ou semi-novos com, no máximo 20 anos.

Bem, apesar de próximos e terem ótimas opções para os mais modernos, quem procura itens com mais história acaba ficando na mão na maior parte das vezes se for levar em conta os endereços acima. Não achei nenhum brechó brasileiro que venda pela net peças, de fato, vintage e com valor histórico e, por isto, a parte de brechós internacionais está cheio delas.

O Vintage Textile é um deles. Nele, você pode ter certeza da autenticidade dos itens vendidos. Tal infabilidade é traduzida nos preços… São poucos os vestidos por menos de mil dólares; há casacos de mais de 10 mil dólares… Mas também, é um dos poucos que conheço a trabalhar com peças anteriores à 1920.

O Fashion Dig é interessante por que funciona quase como um mercado livre de peças antigas. Você pode se registrar e vender peças da família para ganhar uma grana ou fazer compras selecionando a década, o tipo de item e a utilização que ele deve ter. É ótimo para pessoas mais seletivas e os preços são mais baixos, mas tem o problema da autenticidade, por isto é sempre bom estar de olho na qualificação do vendedor.

O Day Lab é uma daquelas lojas interessantes; vende peças Vintage junto à criações exclusivas junto à itens mais comuns. Tem uma paleta enorme de itens a escolha, mas boa parte deles são novos e os vintage costumam ter apenas um de cada, por isto é bom ficar sempre atento!

Apesar de tantas opções, o meu favorito ainda é o AdoreVintage. A opção de trajes é menor e não há tantos itens à venda, mas além do site ser lindo, a criadora tem um super comprometimento com a loja. Isto fica claro pelos editorias e pelas fotos de cada peça, todos muito bem feitos, e ainda pelo cuidado que ela tem de, ao compra uma peça que não a agrada do jeito que é, são feitas modificações até esta ficar linda. = )

por Thais Arrias Weiller

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Trajes usados ganham vida nova

Junho de 2006, verão europeu; Françoise, a caminho da praia, resolve dar um up no visual e passa em um brechó para algumas compras. Dentre outras peças, encontra uma pantalona de cintura alta branca (que poderia, muito bem, ter pertencido a Brigitte Bardot), a qual não conseguiu parar de usar durante as férias. Agosto de 2006, lançamento do verão 2007 do prét-a-porte (roupas prontas para o uso) no hemisfério norte, a pantalona estoura em várias marcas como o formato de calça mais promissor para o verão do ano seguinte.

Apesar de tratar-se de uma ficção, a história acima narrada descreve o atual ciclo da moda; maior parte da população está em conformismo com o estilo vigente, algumas pessoas sugerem, conscientemente ou não, uma idéia nova, que é quase que automaticamente fisgada pelos pesquisadores de tendências, colocadas em malotes de estilo e vendidas aos conglomerados e/ou grandes varejistas de moda, por quem são lançadas como a última novidade da estação.

Comumente, a imprensa trata de noticiar estas ideias no lançamento das coleções em grandes eventos, dificilmente tratando de seu período de criação com estas pessoas, conhecido entre os teóricos de moda como inovadores. Um dos locais favoritos para pesquisa e compras destes ditos inovadores, segundo uma integrante da casta, Paula de Alcântara, 17, tendo em vista a variedade de estilos e a diferenciação do que geralmente é encontrado nas lojas.

“Não importa em quantas lojas você entre, todas vendem produtos com muito pouca diferenciação entre si. Na época que a saia godê voltou, todo lugar tinha, fosse em vestido, fosse em saia, mudando apenas o tecido, as cores e um ou outro detalhe. A verdade é que as confecções daqui costumam pegar informação em São Paulo e as de lá pegam na Europa ou nos EUA. Na verdade, todos acabam fazendo quase a mesma coisa” explica Paula, que ainda defende “Mesmo que amaior parte das pessoas procura pensar, agir e se vestir de forma o semelhante possível, não somos todos iguais. As roupas deviam demonstrar nossa individualidade, e não uma massifição coletiva, por isto prefiro comprar em brechós e fazer customizações em casa”.

Além da enorme gama de opções quanto ao estilo, Paula também prefere o brechó por questões financeiras, já que “dinheiro de estudante não dá para quase nada”, mas garante que apesar de ser, de fato, mais barato que roupas novas, a vantagem contábil não é tão grande “Em Maringá, os brechós parecem não saber bem o que fazem quanto aos preços; algumas roupas de material ruim, marcas desconhecidas e mal acabadas as vezes custam mais caro que roupas bem superiores! Uma vez, comprei um blazer da marca alemã Escada Couture com tecido 100% seda por metade do preço de um de polyester”.

Lucas, por outro lado, apesar de gostar, não efetivou ainda muitas compras; apenas três paletós. Porém, foram três compras estremamente racionais, já que levou em consideração “serem peças que queria há algum tempo, por serem de bons tecidos e por terem detalhes interessantes como botões bonitos”.

Bem, nesta minha looonga vida (algo mais que vinte anos), pude passar por muitos brechós. Alguns muito bons, outros nem tanto; mas de qualquer forma, tenho os endereços. Se são uteis a alguém, não sei, mas vou deixa-los aqui em baixo. = )

Brechós ótimos e que recomendo:

Passado Presente – Rua Augusta, São Paulo – (11) 3081-6253
Vó Judith – Rua do Carmo, São Paulo – (11) 3105-4753
Camarim – Rua Antonio de Macedo, São Paulo – (11) 5543-5304
Capricho à Toa – Rua Heitor Penteado, São Paulo – (11) 2137-5926
DeGriffée – Av. Ibirapuera, São Paulo – (11) 5083-4747
Minha Avó Tinha – Rua Dr.Franco da Rocha, São Paulo – (11) 3865-1759
Sinhá Moça – Av. Borges de Medeiros, Gramado, RS – (54) 3286-2762

Alguns não tão bons, mas em Maringá:

Garage Sale – Av. Neo Alves Martins; perto da Duque de Caixias, na direção da Av.Paraná – (44) 3031-6051
Brechic – Esquina da Rua Joubert de Carvalho com Piratininga – Perguntar o telefone do Garage Sale, visto que são da mesma dona e não consta na lista
Maristela Shimabukuro – Rua Martim Afonso Pena, 2776 – (44) 3031-5052
Brechó sem nome – Av. Tamandaré, 734 – (44) 3226-7192

Hoje, não é mais necessário ir à loja para realizar este tipo de compras; pode-se usar apenas a internet. Na segunda feira vou deixar os links de alguns que confio ou que tenham chamado minha atenção (embora alguns destes sejam de outros países e não entreguem aqui… =~)

por Thais Arrias Weiller

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Adiantamento

Vestido Dior

É comum grandes estilistas, logo após ou até antes, de lançar suas coleções, permitirem que um grupo seleto e famoso de suas clientes tenham acesso à ela. Isto ocorre por que este grupo (composto por atrizes, cantoras e pessoas que aparecem muito na mídia) costumam influênciar grande parte dos compradores da marca. Bem, toda esta introdução só para mostrar que um dos vestidos Dior desfilados há menos de uma semana e que irá ser comercializado apenas em agosto foi usado em Cannes (ou seja, há quase dois meses) por Eva Herzigova. Houve outros casos deste adiantamento no festival de filmes, vamos ver se descobrimos mais alguns!

por Thais Arrias Weiller

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O andar da carruagem

Ascot

Fundado em 1711 pela rainha Anne, o Círculo de Corridas de Ascot é palco de algumas das mais prestigiadas corridas à cavalo da Inglaterra e do mundo. Atualmente, o local promove uma vez ao ano uma das corridas mais conhecidas no universo hípico. Esta história deve fazer o leitor imaginar toda uma população geriátrica de guarda-roupa empoeirado indo assistir o evento, de forma que me pergunta como os trajes tacanhas utilizados pelas velinhas inglesas podem influenciar a moda aqui? Simples; quem vai a estas corridas dificilmente é tacanha já que, em média, tem tanto dinheiro que, mesmo possuindo terrível gosto, pode pagar bem para que alguém tenha bom gosto por ele. E outra, com a atual volta do headwear e da moda vintage e a obrigatoriedade de se utilizar chapéus nestes eventos de sociedade diurnos (em especial os de aba larga). Desta forma, dar uma espiadinha em alguns dos modelitos mais ousados pode acabar estimulado um maior uso de chapéus aqui, não acham?

Ascot Ascot Ascot Ascot Ascot

por Thais Arrias Weiller

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Algo sobre mangas e calças…

Apesar do gradual “ajuste” da silhueta, o volume continua sendo usado. Claro, não como antes, naqueles balonneés enoooormes, mais ainda sim de forma bem marcada. A amplitude fica mais marcada, em especial, nas mangas e calças. As pantalonas e calças sherazade (aquelas que são bem amplas até ficarem fofas e justas no final, com um punho) estão há algumas estações já em voga, de forma que, possivelmente, em breve vão sair. Já o volume nas mangas, embora pareça um pouco já antigo, ganhou novos ares com a caída para os cotovelos, em estilo bettina, do Givenchy, o que é uma novidade e, possivelmente, ainda vamos falar muito disto aqui.

Undercover 02 Kris Van Assche Daks Derercuny Andrew GN 6267 Andrew GN

por Thais Arrias Weiller

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