Archive for Sugestões de Não-Looks

Nova linha de sutians

Janet Jackson irá se juntão ao designer australiano Bruno Schiavi e lançar uma linha de ligeries. A idéia e começar a produzir logo, de forma que os produtos estejam nas lojas já em novembro. Espera-se que a marca, a qual se chama Pleasure Principle, esta disponível até esta data não só nos USA, mas também na Europa, Japão, Austrália e em outros países. Serão 14 modelos, feitos com as “redas mais finas no mundo”, cobrindo os tamanhos 32A ao 42G. Dica do Vista-se: Que nenhum se pareça, ou se quer lembre, isto.

Ou isto.

Janet Jackson

por Thais Arrias Weiller

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Madonna e o tempo

Ok, não sou fã de Madonna, e muitos me odeiam por isto. Mas sou obrigada a admitir que admiro, à distância, alguns de seus feiutos. Por exemplo, que mesmo atingindo os 50 anos e mantendo tanto sucesso, ainda não surtou a la Britney Spears. Ou ainda que tenha superado Elvis Presley na quatidade de músicas à ficar entre as 100 mais da Billboard. Ou pela renovação do guarda-roupas no Confessions on a Dance Floor. Foi um movimento ousado, já que tendência 1970’s estava quase no fim, porém, como foram utilizadas peças que remetiam um estado mais bruto da década e que não estava sendo utilizado no momento (como os colans), não ficou brega. Sem falar que Madonna se lançou na década de 1980, foi um ícone da moda e lançadora de tendências desta época, de forma que tentar utilizar trajes deste momento, embora estivessem começando a se despontar como tendência, podia fazê-la parecer velha, estilo tiazona que nunca parou de se vestir do mesmo jeito desde a adolescência, o que, pessoalmente achei admirável. Enfim, até que ela lançou o Hard Candy e, justamente o que eu adorava que não havia acontecido, aconteceu.

Se vestir um alguns itens parcimoniozamente escolhidos que representem sua juventude costuma ficar muito bem. Agora, usar o hard core da década de 1980 quando se tem esta idade, me desculpe, mas simplesmente não parece certo. Na capa do CD estava tudo tão bonito, com peças tão bem harmonizadas. Agora, no tour, com esta jaquetinha preta xexelenta que parece de polyester acompanhada por luvas e meias… Simplesmente é demais para mim. Fãs incondicionais da Madonna, podem continuar me odiando.

por Thais Arrias Weiller

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Pequin em foco

A cada ano, os trajes esportivos ficam mais tecnológicos devido ao montante gasto com pesquisas e desenvolvimento para melhorar o desempenho dos atletas. Isto fica mais óbvio nesta época, a cada quatro anos, quando as equipes olímpicas desfilam nas competições com o máximo que seus Traje da Speedo utilizado nas Olimpiadas que já esta disponivel para encomendas pela bagatela de U$550,00patrocinadores podem oferecer.

Um dos melhores exemplos do grau de evolução destes trajes  são os empregados nas provas de natação, em especial os bodyskin, os quais cobrem todo o corpo para diminuir o atrito da água com o mesmo. Os da Speedo, por exemplo, ultrapassam tranquilamente o preço de U$400,00 e foram desenvolvidos com tecnologia comprada na Nasa, com tecido inspiradado da pele de tubarões e com o menor peso e maior resistência à água, com a modelagem feita por computador após o scanniamento digital do corpo de vários nadadores e membranas de poliuretano ultra-fino cortadas a laser que visam diminuir ainda mais o atrito.

Com tanta tecnologia, a qual é dominada pelas empresas de materiais esportivos, ao primeiro olhar parece que não sobra muito espaço para o design de trajes. Porém, após um pouquinho de antenção, percebe-se que há justamente o espaço necessário para tal exposição; na vestimenta das delegações tanto na abertura dos jogos quanto instantes antes das competições. Estes trajes costumam não mudar conforme o esporte, sendo que cada país define o padrão de seus atletas. Este ano, a delegação americana, a qual havia sido criticada nos jogos passados por “informalidade extrema”, confiou a Ralf Lauren a obrigação de desenhar o uniforme. O resultado foi um elegante conjunto de blazer  azul-marinho e calças, camisa e boina brancos na melhor inspiração marinheira 1920-1930 (típica do estilista) e, ao mesmo tempo, contemplando as cores da bandeira americana. Para o deslocamento até as competições, aí sim, calças azul-marinho e capote nas cores na badeira, em uma situação cabivelmente informal.

Delegação Americana Delegação Americana Delegação Americana Delegação Americana

A maior parte dos outros países também deu preferência à algo mais elegante para a parada da cerimônia de abertura. A França, por exemplo, optou por blazers cinzas e calças chumbo para os homens e camisas com obi vermelho para as mulheres; patriótico e ao mesmo tempo uma homenagem aos anfitriões. Já a da Australia, apesar de não utilizar blazers e sim jaquetas, teve moldes bem ajustados ao corpo, com claras referências à cultura jovem das décadas de 1950 e 1970 (degradê dos tons).

Delegação Francesa Delegação Francesa 01 Delegação Austráliana Delegação Austráliana

Grande parte, optou pela elegância máxima, como a holandesa, a britânca e até a irlandesa e (um pouco, já que o caimento dos trajes não ficou tão bom) a chinesa.

Delegação Holandesa Delegação BritânicaDelegação Irlandesa Delegação Irlandesa Delegação Chinesa Delegação Chinesa

Agora, sinceramente, a delegação brasileira é algo que estou tentando entender até agora… Simplesmente, não parecia com nada. Aquilo é o novissimo “blazer cargo” ou apenas uma variação estranha dos coletes-multifuncionais de cameramen?

Delegação Brasileira Delegação Brasileira Delegação Brasileira

por Thais Arrias Weiller

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Sátira

Já falei algumas vezes aqui do The Sartorialist; blog começado pelo fotógrafo Scott Schuman, no qual apenas há fotos de pessoas cujas roupas chamam atenção por seu refinamento na harmonização do design. Mas algo que nunca falei é do The Sortorialist, um blog que, apenas pelo nome, já se percebe a antítese. Vou deixar esta foto como prova do bom acervo imagético deles, mas podem ter certeza que há coisa BEM piores lá; apenas não as coloco aqui por respeito aos de estômago mais fraco…

por Thais Arrias Weiller

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E o prêmio da semana vai…

Degradé está na moda, ombreiras também, mangas bufantes idem… Mas tudo junto só pode dar em catástrofe fashion victim. E Janet Jackson ficará feliz em nos exemplificar isto. Com peitos, por hoje, cobertos e em formato de cones.

Janet Jackson

por Thais Arrias Weiller

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Babados, babados.

Como todos sabem [ou deveriam], os babadis estão voltand com tudo. Mas calma lá! não é quaquer tipo de babado! Dependendo de onde se localiza e da largura do tecido empregado a roupa pode acabar deformando a silhueta. Por isto, sempre opte por roupas onde este detalhe se encontra na parte do corpo que você pretende realçar; se tem corpo sem curvas, opte por babados fartos no busto e/ou no quadril mas se é mais avantajada, escolha voltas mais singelas… A história é seria! Por exemplo, Natalie Portman certamente adotou a tendencia. Ambas as fotos são do festival de Cannes, ou seja, bem rescentes. Observe que na primeira, em que ela esta com um Givenchy branco, como os babados estão delicadamente no quadril, seu corpo esta harmoniso e sensual. Nem mesmo a largura consideravel do babado estraga a composição! Já na segunda, de Lavin, o corpo ficou sem contorno, amorfo. Não valoriza nada e ela parece uma almofada.

Natalia Portman Natalia Portman

por Thais Arrias Weiller

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Sex and the City

O filme estreou ontem em Londres, mas hoje tudo o que se ouve a respeito não é sobre a história, a qual foi mantida sob sete chaves todo este tempo, ou sobre o figurino, ou ainda sobre o casamento de Carrie… O que todos estão se perguntando é o motivo pelo qual Sarah Jessica Parker colocou um vaso sobre sua cabeça para ir na noite de estreia. É impossivel repar o belo vestido de silhueta New Look de Alexander McQueen, ou se que reparar nas outras atrizes e seu lindos vestidos; só deu o vaso e as borboletas empalhadas. Alguém chama Isabella Blow no túmulo e avisa que ela foi roubada?

Sara e o vaso

por Thais Arrias Weiller

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