Promoção Picnic de Elefante

A marca de roupas e acessórios, Picnic de Elefante, está fazendo uma promoção para os amigos. Os interessados em participar da promoção devem encaminhar uma foto com um amigo, ambos usando a marca, para o e-mail picnicdelefante@gmail.com. A promoção que começou ontem, 22, vai até 22 de agosto. Os sortudos ganharão 2 bolsas do Picnic de elefante.

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por Mayah Gasparoto

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São Paulo entra no circuito de evento internacional

A editora da Vogue americana, Anna Wintour e o chairman da Conde Nast International, Jonathan Newhouse estão organizando um grande evento de moda para o dia 10 de setembro. O Fashion´s Night Out, tem como objetivo driblar a crise econômica e incentivar o consumo fashion. O evento acontecerá em 13 cidades, sendo que uma delas será São Paulo, no Shopping Iguatemi, Market Place e na Daslu.
Durante o evento terá pocket-shows, desfiles e sorteios. A Hering será a responsável pela venda das camisetas oficiais, uma parte do valor arrecadado será revertida para ações sociais.
Algumas marcas já estão confirmadas no evento. Entre elas estão: Alexandre Herchcovitch, Cori, Diesel, Dior, Osklen, Ricardo Almeida, Lacoste, Louis Vuitton, NK, Maria Bonita e Rosa Chá.

Fonte: http://mdedivitiis.blog.uol.com.br

por Mayah Gasparoto

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Pedaços de tecidos que se transformam

Peças de patchwork

Você já ouviu falar em patchwork? A palavra talvez não seja tão conhecida, mas a técnica provavelmente sim. É aquela usada nas “colchas de retalhos da vovó”. Pequenos pedaços de tecidos são encaixados e transformados em peças artesanais.
Andressa Matsuda, estudante de moda, conheceu a técnica do patchwork há aproximadamente 2 anos, quando passou em frente a uma loja que vendia os produtos e também oferecia o curso. “Eu fiz o curso durante 3 meses, parei por causa da faculdade, mas nunca deixei de fazer. Uma hora ou outra eu parava e recomeçava”, afirmou. Andressa disse que o gosto pela costura foi um ponto que ajudou no aprendizado.
Hoje em dia, com a preocupação ambiental em alta, as bolsas do tipo sacola, que substituem as de plástico em feiras e supermercados, são bastante procuradas. “As trabalhadas com detalhes em patchwork são uma boa opção. Podem ser consideradas um acessório e não apenas uma bolsa de feira”, opina Andressa.
De acordo com a estudante de Moda, essa preocupação já estava presente na origem da técnica, no antigo Egito. As mulheres faziam colchas aproveitando retalhos de tecidos. Depois disso, o método se expandiu para outros lugares como Estados Unidos e Europa. Hoje em dia é bastante conhecido em vários países. Além de roupas e acessórios, o patchwork pode ser usado na decoração, como em cortinas, toalhas de mesa e guardanapos.
A estilista Paula Piva Linke associa a valorização das peças de patchwork à exclusividade dos trabalhos manuais. “Ele é usado tanto em acessórios quanto nas roupas como uma forma de customização. Você adquire um produto que faz referência ao seu estilo, porque é de certa forma, exclusivo”, comenta.
Para a estilista, é possível misturar uma peça de patchwork com uma social ou acessórios, variando de acordo com o estilo pessoal. “Se ela estiver com um visual mais despojado pode usar uma blusa com detalhe em patchwork, uma bolsa ou uma calça trabalhada”. A estilista contou que a técnica pode ser feita por qualquer pessoa e usada inclusive como fonte de renda.

por Mayah Gasparoto

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Vendas na Internet ajudam pessoas que fazem seu próprio negócio

Thaís produz em casa os produtos que são comercializados na Internet

O comércio pela Internet está cada dia mais comum. Além disso, é uma boa oportunidade para fazer divulgação de produtos, como nos casos em que as pessoas produzem seus próprios materiais. A maioria dessas pessoas é atraída pela Internet por causa da não exigência de um capital financeiro, o que ocorre em uma loja em ambiente físico.
Thais Arrias Weiller produz acessórios femininos para colocar no cabelo e disponibiliza os materiais na rede virtual. No site próprio, (www.beyla.tk) que pode ser visualizado em português ou inglês, estão dispostas informações sobre os produtos, sobre a empresa e o link para contato.
Segundo Thais, o perfil de seus compradores ainda não está muito bem definido e esse foi um dos fatores que além do lado financeiro, a fez montar a loja virtual. “Eu achei que a Internet seria o melhor meio de encontrar esse público que eu ainda não sei quem é, porque ela me permite essa facilidade de oferecer os produtos aos mais diversos públicos ao mesmo tempo”, afirma.
A “Picnic de Elefante” é outro exemplo de marca que possui apenas loja virtual. Isabela Seghese, proprietária da marca que produz roupas, bolsas e acessórios, também vê a Internet como um meio de divulgar a marca. “Eu vejo a Internet não somente como um veículo de vendas, mas também como de publicidade e facilidade de comunicação. Com ela posso divulgar a marca para todo o mundo”.

PS: A foto foi retirada do site http://www.beyla.tk

por Mayah Gasparoto

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Fase regional do Miss Itália Brasil acontecerá em Maringá

O concurso que escolhe a Miss Itália Brasil, fase regional, acontecerá amanhã, 2, em Maringá, no Teatro Calil Haddad, a partir das 20h. O evento que visa a integração mundial da comunidade italiana tem a participação de descendentes de italiano de até o 5º grau. Entre as 20 candidatas do Paraná, estão as maringaenses Jennifer Piccinato, Maria Lívia Matheus Rossi, Marília Gabriela Johansen e Renata Correia Gonzaga. Nessa fase estadual, elas concorrerão a uma das três vagas para a etapa nacional. A campeã brasileira vai para a Itália em junho, disputar o título de Miss Italia nel Mondo, com candidatas de outros países.
A entrada para o evento de amanha é um litro de leite longa vida. Mais informações sobre o evento http://www.missitaliabrasil.com.br.

por Mayah Gasparoto

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Projetos Universitários desenvolvem comunidades

Desenvolver municípios com baixo IDH (índice de desenvolvimento humano). Este é o objetivo do programa Extensão Tecnológica Empresarial, composto por projetos que saem das universidades e atingem a comunidade. O programa foi idealizado pela Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia Pupatto e compõe o Programa Universidade Sem Fronteiras.
O IDR (Instituto para o Desenvolvimento Regional), a Fundação Araucária, e o Cesumar Empresarial participam do programa desenvolvendo suas atividades no município de Sarandi, na sede da APMI (Associação de Proteção à Infância e Maternidade). O IDR responde pelos projetos “Cooperativa de Bordadeiras” e “Reaproveitamento de Tecidos”. As atividades são realizadas na sede da APMI, quatro vezes por semana, sendo duas tardes para cada projeto. O projeto ‘Reaproveitamento de Tecidos” é realizado toda segunda e quarta-feiras, das 14h às 17h.
Lygia Pupatto comentou que um dos pontos principais para as cidades do interior, como Maringá, é a descentralização dos investimentos. “É nosso compromisso contribuir com os pequenos e micro empresários, para que a gente possa ajudar no desenvolvimento do nosso estado e do nosso país, e conseqüentemente aumentar a renda”.

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A coordenadora pedagógica da APMI, Halyne Franciely Navarro, contou que ano passado a entidade recebeu uma doação grande de retalhos de tecidos e pensou em formar um grupo para reaproveitar o material. De acordo com a coordenadora, a oportunidade surgiu esse ano quando os projetos do Cesumar foram aprovados. “É muito importante a interação entre as equipes do Cesumar, a APMI e a comunidade. Eles entram com a parte técnica e os funcionários. Nós cedemos o local e atendemos a população da nossa cidade”.
Vicentina Donizete Goes de Souza é uma das alunas do curso “Reaproveitamento de tecidos” e diz que vê o curso como uma forma de aprender e ganhar dinheiro. “Eu tenho três filhos, e com esse conhecimento eu posso fazer dinheiro”, afirmou.
Uma das componentes da equipe é a estudante de moda, Andressa Matsuda. “O curso é bastante produtivo porque estimula a criatividade das alunas e aumenta a percepção de vida delas, pois exige que elas saibam lidar com outras pessoas”, revelou. Andressa espera que as alunas continuem a cooperativa após o término do curso e que elas possam transmitir os conhecimentos a outras pessoas.
Paula Piva Linke, responsável pelo cronograma dos projetos, afirmou que a parte inicial dos projetos é composta por trabalhos manuais e que depois os alunos vão aprender a trabalhar com máquinas de costura e bordado. A terceira parte será a capacitação na área de formação de preços e estratégias de marketing, a fim de preparar os alunos para montarem sua própria cooperativa.

por Mayah Gasparoto

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Semana de Moda de Maringá movimenta economia

As tendências de inverno estão sendo apresentadas no maior evento de moda da cidade, Maringá Moda Mix. O evento que começou ontem, 8, e vai até quinta-feira, 12, pretende atrair 50 mil visitantes. Como nos anos anteriores, a semana contou com personagens conhecidos do grande público, este ano Bruno Gagliasso e Paulo Zulu participaram do desfile de abertura. O Maringá Moda Mix é o momento de lançamento dos seis shoppings atacadistas da cidade: Avenida Fashion, MaringáVest, Feira Vest Mercosul, Portal da Moda, Vest Sul e Maringá Shopping de Calçados. O objetivo do lançamento simultâneo é facilitar o acesso dos lojistas às confecções. Segundo informações do SindVest, o setor confeccionista de Maringá é responsável por uma parte significativa da economia da cidade. Quatro milhões de peças são produzidas mensalmente, o que gera 70 mil empregos direta e indiretamente e resulta em aproximadamente R$ 250 milhões por ano.

por Mayah Gasparoto

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